25/05/2012 atualizado às 16:55

Freeport: PGR diz que nunca viu um despacho assim

Procurador-geral da República não encontra explicações para que José Sócrates não tenha sido ouvido. Um inspetor vai investigar o que se passou no caso Freeport. Clique para visitar o dossiê CASO FREEPORT

11:27 Terça feira, 3 de agosto de 2010

O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, revela que nunca na vida conheceu um despacho igual ao do caso Freeport. Numa entrevista publicada hoje no "Diário de Notícias", o magistrado garante que não encontra explicações credíveis para não ter sido ouvido quem quer que seja.

Clique para aceder ao índice do dossiê CASO FREEPORT

Pinto Monteiro é claro ao afirmar que os procuradores, nestes últimos seis anos de investigação, podiam ter ouvido quem quisessem, como e onde quisessem, não havendo motivos para que o primeiro-ministro não tenha sido questionado.

As críticas de Pinto Monteiro estendem-se ao sindicato dos magistrados do Ministério Público. O PGR acusa o sindicato de tentar substituir as instituições, afirmando que não é mais que um lobby de interesses pessoais que quer funcionar como "um pequeno partido político".

Pinto Monteiro lembra que é urgente decidir se o Ministério Público deve ser autónomo ou se se mantém o atual estado em que o PGR tem tão poucos poderes que "parece a rainha de Inglaterra".

Entretanto, o PGR nomeou um inspetor para explicar o que se passou na investigação do Freeport.

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PGR diz que nunca viu um despacho assim..
Fernando Torres (seguir utilizador), 3 pontos (Interessante), 13:15 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Com uma cambada de incompetentes nos destinos deste País que esperava ver ?..

Mas leia e releia o despacho Sr. PGR..

Talvez consiga lá ler o que eu li (nas entrelinhas que alguns parágrafos são)..

Eu li revolta de gente séria (embora desprovida de mais coragem) onde o Sr. PGR vislumbra lobbies politícos..

E adianto-lhe que fica muito mal a qualquer "chefe" tentar justificar a sua incompetência (ou agachamento) atirando as culpas sobre (in)subordinados seus..

Vá lá ler aquilo outra vez..
 
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    Re: PGR diz que nunca viu um despacho assim..    Ver comentário
Lima2 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:08 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Há ano e meio..mais coisa menos coisa..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 14:39 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Re: Há ano e meio..mais coisa menos coisa..    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 14:50 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Você ás vezes faz-me rir..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 3 pontos , 15:03 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    gente séria?    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 14:38 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    A que gente séria me refiro ?    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 14:47 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Re: A que gente séria me refiro ?    Ver comentário
Carlos A R Ferreira (seguir utilizador), 1 ponto , 15:08 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Re: A que gente séria me refiro ?    Ver comentário
socrates_lisboa (seguir utilizador), 1 ponto , 1:05 | Quarta feira, 4 de agosto de 2010
Não só o PGR
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 14:03 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Tantos, ligados à Justiça, dizem o que o PGR diz: nunca se viu nada assim !!

É porventura bom sinal. Pode querer dizer que os despachos não costumam ser feitos por encomenda !!
 
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PGR
caprylm56 (seguir utilizador), 2 pontos , 15:18 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Resposta adequada de um irresponsável, por tal motivo a justiça se encontra neste estado.
 
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Da função pública e de outras funções*
AvôMetralha (seguir utilizador), 2 pontos , 15:35 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Antigamente, quando um funcionário público, que também se chamava servidor do Estado, acabava um ofício, escrevia no fim da página "A Bem da Nação", assim mesmo, com letras grandes, e a maralha sentia-se alguém por ter escrito uma requisição de 50 papo-secos a bem da nação. Mas isso era no tempo em que as pessoas também acreditavam em deus, pátria e família e os que não eram objectores de consciência e fugiam para paris ou para a argélia, ou os que não eram meninos bem, iam para a guerra servir de carne para canhão dos turras, que lhes cortavam as partes e chamavam-lhes "tugas" a bem das nações deles. Hoje em dia, a malta até se orgulha de ser "tuga" e chama-se "tuga" a propósito de tudo, o que muito deve intrigar os antigos guerrilheiros africanos que até pensavam que injuriavam a maralha. E hoje em dia também os funcionários públicos já não fazem nada a bem da nação e até fazem despachos a bem deles próprios, a dizer mal dos superiores e a dizerem que não encalacraram o 1º ministro porque o chefe mau não deixou porque só os deixou brincar durante seis anos, quando eles precisavam de pelo menos 12 anos. E nem sequer gostam que lhes chamem funcionários públicos porque são senhores magistrados independentes quer têm objectivos mais elevados que o serviço público, o que deve ser verdade lá no planeta onde eles vivem.

* Texto elaborado de acordo com o dogma do jornal de referência de que, na dúvida, o sócrates é culpado
 
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Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 16:19 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Cada vez mais confuso ou....
Bairrada Vigilante (seguir utilizador), 2 pontos , 15:56 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
.... talvez não.

Cada vez é mais CLARO que o Ministério do Ambiente terá sido influenciado para a licença do Freeport.

Cada vez é mais CLARO o envolvimento de muitas pessoas e com interesses diametralmente opostos.

É evidente, desde o início, que o objectivo número um do processo é prejudicar o actual Primeiro-Ministro que, também parece evidente, se "pôs a jeito".

Parece também óbvio que há questões sindicais no meio de tudo isto. É inconcebível a existência de um Sindicatos de Magistrados. Defendem os interesses dos Magistrados contra quem? Contra a República que eles representam?

Que o Procurador Geral também não parece grande "peça" já se sabia. Fala demais quando devia estar calado e averiguar melhor o que se passa em sua "própria casa".

Que todos são mais ou menos incompetentes também ninguém tem grandes dúvidas.

Agora, os Procuradores do processo, ao afirmarem que, após mais de SEIS anos, não tiveram tempo de ouvir quem pretendiam (e deviam) só podemos concluir que, além de incompetentes, são COBARDES.

Sim, COBARDES pois, de outo modo, de uma vez por todas, diziam por que não ouviram, quem e quando alguém os impediu.

Precisamos, cada vez mais de gente séria, competente e com "tomates" para pôr os "nomes aos bois".

Agora com esta cambada não vamos a lado nenhum......
 
 
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Saber ocupar o lugar
águiadois (seguir utilizador), 2 pontos , 16:12 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
O discurso de Pinto Monteiro é provinciano e não está á altura da dignidade, das funções e do que os Portugueses esperam do Procurador Geral da República.
Ainda por cima o caso em apreço, o Freeport, tem a ver oom outra figura do Estado, o lº Ministro José Sócrates.
E , das duas uma, ou Pinto Monteiro se vai embora ou então vai cobrir-se de ridículo o tempo que ainda lá estiver á espera da reforma.,
Que alguém tenha a coragem de lho dizaer, porque o Direito e um Estado de Direito são outra coisa.
E do que o País bem precisa é que as altas individualidades deêm o exemplo do bom senso , servindo a República com grandeza, saber e não esquecendo o lugar que ocupam.
 
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    Re: Saber ocupar o lugar    Ver comentário
Lima2 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:29 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
PGR tem tão poucos poderes que "parece a rainha .
malabarista (seguir utilizador), 1 ponto , 11:54 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
ATENÇÃO, CONVOCAR JÁ FÁTIMA LOPES PARA ESCOLHER OS MODELOS E TIRAR-LHE AS MEDIDAS PARA OS SEUS VESTIDOS.
 
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Espantoso
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 12:14 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
De todas as desculpas, esta será de todas a mais criativa!

O PGR deveria ter mais autonomia, isso é um facto. Talvez, se a sua nomeação e exoneração não dependesse de quem deveria responder a umas 27 perguntinhas...

Mas, por ser a mais criativa, não será a mais apropriada: não lê o Expresso, Sr. Procurador-Geral?
 
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    Re: Espantoso    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 14:37 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Re: Espantoso    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 15:09 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Sem Comentários...
Nuno.Miguel (seguir utilizador), 1 ponto , 12:23 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Se a Procuradoria Geral da República tinha alguma credibilidade, o Caso FreePort acabou com a que existia.

É uma tremenda trapalhada com declarações e contra-declarações, entrevistas e é evidente a enorme desorganização que reina no interior da PGR.

Chegou a hora de uma vez por todas em resolver esta situação...
 
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ASSIM NÃO
Figgs (seguir utilizador), 1 ponto , 12:36 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Quando vamos começar a ver DESPEDIMENTOS na Função Pública em casos de incompetência, de erro, de desleixo, etc., como no sector privado se usa ?
Se as maçãs podres continuam na cesta nunca mais melhoramos serviço nenhum !
 
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Falar menos, trabalhar mais
nlpereira (seguir utilizador), 1 ponto , 13:16 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
O que eu nunca vi foi um procurador assim, fala mais que trabalhar, uma justiça que tem tudo menos de justa e uma judiciária que se perdeu completamente, nunca foi capaz de contornar a pressão e trabalhar com rigor e independência. Este caso Freepor, é uma vergonha, uma mancha bem negra na nossa justiça. Está mais que provado que a justiça em Portugal não é independente e está ao sabor dos políticos e governantes. Seis anos de investigação, deixar prescrever os crimes de corrupção, deixar desaparecer provas ou perder o rasto das provas, perguntas que ficaram por fazer, o qu'é isto??? Ora!!!...sr. procurador, então que tal falar menos e trabalhar mais, que tal colaborar para uma melhor justiça e procurar a verdade, doa a quem doer!!! Já entendi que gosta muito de aparecer na televisão, deve-se achar bonito!...mas a justiça não foi feita para ser o centro da palhaçada, mas sim pela verdade e justiça. Eu ainda pensava que a justiça era cega e equilibrada!!!...mas já se viu que em Portugal...não é!!!
 
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    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 14:46 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 15:14 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 15:33 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 0:01 | Quarta feira, 4 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 0:29 | Quarta feira, 4 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 10:42 | Terça feira, 10 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 10:51 | Terça feira, 10 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 11:13 | Terça feira, 10 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Lonet (seguir utilizador), 1 ponto , 14:05 | Quinta feira, 5 de agosto de 2010
    Re: Falar menos, trabalhar mais    Ver comentário
Lima2 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:16 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Ah...assim está bem..já se entende..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 15:07 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Re: Ah...assim está bem..já se entende..    Ver comentário
Lima2 (seguir utilizador), 1 ponto , 16:42 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
    Caro amigo..não vá por aí..    Ver comentário
Fernando Torres (seguir utilizador), 2 pontos , 19:04 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
A novela.....
happylady (seguir utilizador), 1 ponto , 13:55 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
continua, seguem-se novos capitulos!!A justiça portuguesa no seu pior.! Quantos milhões de euros gastos nestas loucuras "justiceiras"..
 
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Como se a "Justiça" vivesse no Limbo :))
Byte Magic (seguir utilizador), 1 ponto , 14:07 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Se ela assim está ... é porque convem aos interesses de muita gente.

Se aceitou o cargo, tinha duas alternativas:
Ser cumplice dos VÁRIOS lobbies quem assim a querem ou ... aproveitando a vantagem da posição, partir a louça toda.

Não pode é querer fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
 
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A trapalhada de Paes Faria e Vítor Magalhães
George Rupp (seguir utilizador), 1 ponto , 14:30 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
Hoje no ionline:

`Caso Freeport: referência a Rui Nobre Gonçalves no despacho foi "um lapso"'

http://www.ionline.pt/con... cho-foi-um-lapso-

As perguntas virtuais a José Sócrates foram então 27 lapsos?
 
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Esta justiça é a de todos nós
themissinglink (seguir utilizador), 1 ponto , 15:07 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
O que aconteceu nos processos Apito Dourado, Freeport - e aquilo que já se espera que aconteça no processo Casa Pia (nada ou mais suspeitas) - vem demonstrar que os interesses corporativos das classes que "regem a Justiça" se sobrepôem às obrigações inerentes às funções soberanas que lhe estão subjacentes. Numa coisa a nossa Justiça é igualitária: é tão má para os grandes como para os pequenos. Os casos mediáticos só vieram demonstrar que o comum dos cidadãos está totalmnte desprotegido contra o despotismo de uma classe irresponsável, governada pelo interesse corporativo, quiçá por motivações politicas inconfessáveis, totalmente impune e desgovernada. Nada parece poder parar ou controlar esta avalanche de revanchismo provinciano e caciqueiro, o que leva a pensar se não seria útil submeter esta gente "da justiça" (ou assim se pensam) a testes psicológicos periódicos. A Constituição não nos obriga a ser cobaias da terapia de grupo a que esta classe nos sujeita, a cada novo processo. A Justiça é um direito NOSSO, não um feudo de verdugos de batas negras e mentes bafientas.
Da justiça que temos se pode dizer que é digna herdeira, nos métodos e nos fins, da infame Inquisição cujos 300 anos deixou traços indeléveis no nosso DNA. De tal maneira que achamos tudo isto normal. Nem Kafka conseguiria melhor.
 
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    Re: Esta justiça é a de todos nós    Ver comentário
Marco de Salvaterra (seguir utilizador), 2 pontos , 16:15 | Terça feira, 3 de agosto de 2010
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