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França: Eurobonds na UE só dentro de "vários anos"

O chefe do Governo francês, Jean-Marc Ayrault, reconhece que adoção das das eurobonds pela União Europeia vai necessitar de "vários anos".
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França: <i>Eurobonds</i> na UE só dentro de 'vários anos'

A França continua a defender as obrigações europeis (eurobonds), mas reconhece que a mutualização das dívidas dos Estados da União Europeia (UE) implica uma mais forte integração política, com novas transferências de soberania, que "necessitará certamente de vários anos".

Este esclarecimento, feito hoje pelo primeiro-ministro, Jean-Marc Ayrault, pode ser visto como um recuo do novo poder francês em relação a um dos pontos mais importantes do programa do ex-candidato e atual Presidente, François Hollande.

Jean-Marc Ayrault almoçou hoje, em Paris, com os embaixadores em França dos países da UE, a quem transmitiu as grandes linhas das propostas francesas para o próximo Conselho Europeu de 28 e 29 de junho. À mesa desenvolveu esta ideia sobre as eurobonds, que explica também numa entrevista que será publicada amanhã pelo jornal alemão "Die Zeit".

Proposta de 120 mil milhões de investimentos


Na cimeira europeia, a França deverá, no entanto, defender que sejam adotadas rapidamente medidas favoráveis ao crescimento na Europa no valor de 120 mil milhões de euros, financiados por fundos estruturais da UE, pelo Banco Europeu de Investimento e por "Project bonds" (empréstimos lançados em conjunto por vários países europeus para financiamentos de grandes projetos de infraestruturas na Europa).

De acordo com o gabinete do chefe de Governo, Jean-Marc Ayrault transmitiu aos embaixadores as principais linhas das propostas francesas para favorecer o crescimento e a estabilidade financeira na zona euro, procurando "um melhor equilíbrio entre crescimento e consolidação orçamental na Europa".

A França defende também a criação de uma taxa sobre as transações financeiras, que pretende que alguns países europeus adotem já em 2013. 

A questão das eurobonds tem sido motivo de importantes dissensões entre a França e a Alemanha.


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Realidade: 1 - Hollande: 0!
Tudo a correr conforme previsto!
Leiam...
guardian.co.uk/business/economics-blog/2012/jun/15/germany-eurobonds-idea-upside-down
PRUDENTES PALAVRAS...atenção aos nacionalismos
Por vezes fico com a impressão q os temas são lançados, em geral, d forma muito leviana. A impreparação é um dos fortes sinais dos tempos em q vivemos e, no tema dos Eurobonds tudo tem servido p manipular e intoxicar a malta. Saliente-se q a ignorância neste tema é supina por essa Europa fora e, no caso das famílias políticas q pior serviços prestaram aos seus países ainda não percebi se estamos perante grave impreparação ou idiotice pura d quem não sabe o q mais dizer. Sou dos q acreditam q é imperioso a consolidação orçamental e a implementação d reformas numa óptica d competitividade. O mundo d hoje é global e implacável. Sem este trabalho países economicamente frágeis como Portugal nunca o deixaram d ser. Considero q algumas das condições impostas deviam ser flexibilizadas mas nunca perdendo o norte ou seja não gastar o q não se tem nem se pode vir a pagar. Cingir a solução aos Eurobonds é como se diz em Portugal “fugir do sol com uma peneira” pois inerente ao surgimento deste instrumento financeira há um debate q no actual contexto pode sim ser mortal p o permanente projecto d construção europeia. Os eurobonds implicam uma forçosa perda d soberania orçamental e financeira e, seria da mais mínima higiene intelectual, q os opnion makers, os ditos experts (Portugal é o ultimo paraíso dos macroeconomistas q só sabem falar do passado. Evitam um juízo d valor sobre o presente e, sobre o futuro fogem como o diabo da cruz) tivessem a noção d q esta é a pior altura p lançar ...
R:PRUDENTES PALAVRAS...atenção aos nacionalismos 2
Já está a recuar, o Holande!
Passou a campanha,prometeu bacalhau aos franceses a todas ass refeições,mas afinal, já recua.
O PS é assim.
Ma próxima os franceses mostrem-lhe o vermelho!
Era uma vez uma campanha eleitoral, com promessas!
Cada vez mais o discurso do novo Chefe do Governo Francês, já para não falar do Presidente François Hollande, se afastam daquela propaganda eleitoral demagógica de há uns meses atrás.
Nada como estarem enfronhados perante a realidade dos números macroeconómicos e a "real politik", para constatarem que tudo aquilo que prometeram na campanha eleitoral, não era para ser levado a sério.
Diríamos que foi só a brincar !!!
Re: Era uma vez uma campanha eleitoral, com promes
Tozé Seguro
O Tozé também se podia calar de uma vez por todas com esta história das eurobonds. Já dá dó ouvi-lo! Ou então, em alternativa, explicar de uma forma clara as consequências que as eurobonds teriam para Portugal: troika perpétua. Tudo o que for menos, é pura desonestidade intelectual.
Resumindo e concluindo
Tudo na mesma. Ao menos o Sarkozy era sincero e mostrava de que lado estava, já este diz uma coisa e faz outra... Nada vai mudar! A alemanha e a França continuam a mandar... (mais a alemanha que a frança!)
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Edição Diária 17.Abr.2014

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