25 de maio de 2013 às 14:54
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França e Alemanha "querem um novo tratado europeu"

O Presidente francês Nicolas Sarkozy sublinhou hoje a necessidade de se "refundar" a Europa e restaurar a sua credibilidade e confiança.
Lusa
"Se a Alemanha e a França se unirem, toda a Europa se une e fortalece", afirmou Sarkozy num discurso perante 5000 pessoas Jean-Paul Pelissier/Reuters "Se a Alemanha e a França se unirem, toda a Europa se une e fortalece", afirmou Sarkozy num discurso perante 5000 pessoas

A França e a Alemanha pretendem um novo tratado europeu, afirmou hoje o Presidente francês Nicolas Sarkozy num discurso muito aguardado sobre a crise da dívida na zona euro.

"A França e a Alemanha defendem um novo tratado europeu que refunde e repense a organização da Europa. Mais responsabilidade assumida perante os povos por um verdadeiro governo económico, esta é a nossa visão sobre o futuro da zona euro e a futura reforma dos tratados", explicou.

Nesta perspetiva, Sarkozy sublinhou a necessidade de "refundar" a Europa e restaurar a sua credibilidade e confiança, e disse que na segunda-feira vai de novo reunir-se com a chanceler alemã Angela Merkel para elaborar propostas que garantam "o futuro da Europa".

O chefe de Estado gaulês sublinhou ainda que vai fazer "todo o possível para que França e Alemanha convirjam e sejam o pólo de unidade" na estratégia de reforço do projeto europeu.

Convergência "assegura a paz"


"Se a Alemanha e a França se unirem, toda a Europa se une e fortalece", disse o Presidente perante um auditório de 5.000 pessoas, sublinhando que a convergência "assegura a paz" e não significa que um país fique subordinado a qualquer outro.

O chefe do Eliseu disse estar "convencido" que o Banco Central Europeu (BCE) "é independente e vai permanecer independente", e que "atuará" para contrariar as ameaças da crise da dívida na Europa.

"O BCE é independente. E assim vai permanecer. Estou convencido que o Banco vai atuar face ao risco de deflacionismo que ameaça a Europa", precisando que caberá a esta entidade decidir "quando e com que meios".

O líder gaulês também sugeriu que o acordo de Schengen sobre a livre circulação no interior do espaço europeu deve ser "repensado".  "Não é possível existir uma Europa que faz aplicar no seu interior o princípio da livre circulação e que não controla as suas fronteiras externas", Schengen deve ser repensado", sublinhou.

 

Comentários 18 Comentar
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França e Alemanha querem novo tratado europeu
Golpe de Estado: tomada inesperada do poder governamental pela força e sem a participação do povo. (Dicionário Houaiss)

A banca no poder, ou o poder da banca.

  As substituições de Georges Papandreou por Lucas Papademos e de Berlusconi por Mario Monti foram na realidade dois golpes de estado de um um novo género, sem tiros, sem sangue, orquestrados pelos mercados financeiros.

  O método é simples: criar uma enorme pressão sobre as taxas de juros das dívidas dos países visados, o que desencadeia uma enorme instabilidade política e por fim, apresentar um tecnocrata para tomar conta dos destinos do país.

  Estes golpes de estado não são perpetrados por um grupo político ou pelas forças armadas. As mudanças de chefias políticas são apresentadas como uma necessidade em consequência da engrenagem da desconfiança dos mercados sobre a capacidade de certos países em pagas as dívidas.

  Ultrapassando as instâncias democráticas dos respectivos países, são então instalados no poder pessoas ligadas aos grandes grupos financeiros mundiais. Mario Monti está ligado ao Goldman Sachs, assim como Mario Draghi recentemente eleito presidente do Banco Central Europeu. Lucas Papademos foi governador do Banco da Grécia durante a falsificação da dívida grega pelo Golman Sachs. Todos são membros da Comissão Trilateral ou do clube de Bilderberg.
Re: França e Alemanha querem novo tratado europeu Ver comentário
Re: França e Alemanha querem novo tratado europeu Ver comentário
Se é essa a solução
Que venha um novo tratado antes que seja tarde demais.
Abaixo a Ónião €uropeia : POIS é essa a solução Ver comentário
A “luta e a integração”
A política serve para manter os privilégios duma minoria sobre uma maioria (tese da luta), ou é um meio de efectuar a integração de todos os indivíduos na comunidade e criar a Cidade justa de que falava Aristóteles (tese da integração). A “luta e a integração”, estes dois elementos coexistirão sempre, porque existirão sempre estas duas atitudes, em definitivo, a própria essência da política, a sua natureza, o seu verdadeiro significado, é ser sempre, e em todo o lado, ambivalente. A atitude de luta nunca deixará de ver o quadro negro, e a atitude de integração social raramente consegue essa integração social duma maneira satisfatória. Segundo a minha observação, a ambivalência da política é o terreno onde se jogam estes dois elementos, ficando o cidadão comum surpreendido com políticas que não compreende. Resta-nos acreditar que os novos tratados ou políticas, contemplem o respeito pelas leis fundamentais e não as de despolitização, que favorecem as ditaduras a imobilidade e o conservantismo. O mundo novo não convive bem com injustiças e as provas vem de todos os lados.
A França muçulmana e a Alemanha
Se um dia se pegarem á guerra (outra vez) depois não peçam que a malta entre naquilo ok? exterminem-se de vez!
Mas,
e o Durão............!!!!!!!!!!!
Re: Mas, Ver comentário
Porra!
O novo Henri Philippe Benoni Omer Joseph Pétain?
http://www.youtube.com/wa...
que se sumbemeteu a
http://www.youtube.com/wa...
Pois porra!
Em Portugal ainda existe
http://www.youtube.com/wa...
Abraço e Bom Natal.
Sérgio

se os nosos politicos sao maus..
estes nao sao melhores!!!!
Procrastinar...
pareçe ser o forte deste senhor, da Sra Merkel e de muitos outros "responsáveis" nesta Europa. Muitos concordarão com novos tratados que refundam e repensem a UE mas, pelo andar da carruagem, não serão precisos se não se decidirem a segurar o euro JÁ. Amanhã é capaz de ser tarde.
Os piores da europa
O fundo do euro está tão perto. Merkel, Sarcozy e alguns aprendizes políticos, PPP, antes de pensarem em novos tratados dariam um novo folego se pensassem na Europa no seu conjunto. Estes políticos não estão para defender os seus cidadãos, pensam na respetiva eleição futura. Só que, as dificuldades que difundem, não são, pelos vistos, os melhores conselheiros.
Re: Os piores da europa Ver comentário
Cínicos e Incompetentes
Os Merkosy, como bem lhe chamou Freitas do Amaral, têm palavra fácil mas obra é que nada. Comeram a carninha toda e agora, tal como os cães, querem abandonar os ossos. Valha-nos a Alemanha não ter poder militar, senão teríamos aí outra guerra! Mas as armas económicas são também tão poderosas que, se calha, não nos safamos dela... Porque a malta não se vai deixar matar sem luta. Viva Portugal. Abaixo os neoliberais (para lhes não chamar outra coisa)!
Clausula anti-idiotas
E no novo tratado devia ser inscrita uma clausula que impedisse seres como Merkel ou Sarcozy de procriarem. A bem da humanidade.
Europa Imperial
A europa está a transformar-se num império e ele quer ser vice-imperador.
Guerra: Prostitutas & Proxenetas
A europa em particular e o mundo como um todo, desde sempre que têm problemas muito graves na base da sua estrutura social, que desde um tempo a esta parte se agudizou porque a economia globalizou. Vejamos então:

É senso comum que desde que existem relatos da existência da humanidade, em maior ou menor quantidade, sempre existiram pessoas que por as mais engenhosas artimanhas, adoram viver se possível principescamente, à sombra do menor esforço mas sempre montados em quem produz, ou seja: cavalgando e arrecadando de quem neste planeta trabalha.

Para isso essas seitas, elaboraram estratégias que lhe permitiram montar estruturas de poder que ardilosamente lhes permitiu elaborar leis, a que todos hipoteticamente temos de obedecer, feitas de acordo às suas (deles) maquiavélicas necessidades.

E, se bem o pensaram melhor o fizeram.

Porém com o rodar dos tempos a coisa complicou, em primeiro lugar devido à ganância sem limites do despudorado proxenetismo, dessas maquiavélicas seitas, por outro lado, à falta de meios e recursos das “prostitutas”, (seres humanos do bem) que já não aguentam mais os crescentes esforços, a que compulsivamente são submetidos.
Nesse caminhar chegamos à fase do berro publico, (manifestações). E, por mais paradoxal que possa parecer, os que berram mais são os “proxenetas” mesmo, pois as “prostitutas” (seres humanos do bem) estão atónicos e meios perdidos, por ainda não terem encontrado o antídoto para acabar duma vez por todas com esses ...
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