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Finanças Regionais: Portas acusa Governo e PS de falta de responsabilidade

"Todos contribuíram para resolver um problema muito sério", acusou o líder do CDS/PP.

19:42 Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010

O líder do CDS-PP, Paulo Portas, considerou hoje que o PS e o Governo mostraram falta de sentido de responsabilidade ao recusarem propostas de alteração à lei das Finanças Regionais que reduziram os limites de endividamento e as transferências inicialmente previstos.

"O sentido de responsabilidade está em quem procurou estas soluções e conseguiu que elas fossem aprovadas. Recusar estas soluções é não ter sentido de responsabilidade", afirmou o líder do CDS-PP, em conferência de imprensa, no Parlamento.

Para Paulo Portas, o Governo não tem razão para "falar em crise política" a "pretexto" da Lei das Finanças Regionais.

"Todos contribuíram para resolver um problema muito sério. Quando não se tem razão para criar uma crise então só se podem ter pretextos. Mas nós em pretextos não alinhamos. Fizemos o nosso dever e teremos sentido construtivo e patriotismo", disse.

Portas sublinhou que o endividamento da Madeira em 2010, segundo as propostas aprovadas hoje nas votações indiciárias na comissão de Orçamento e Finanças, é "de 50 milhões de euros, menos de metade do que o primeiro-ministro permitiu o ano passado".

"Uma coisa eu sei, com as propostas que o CDS fez a lei tornou-se muito diferente e tornou-se sobretudo proporcionada e adequada ao que o país pode ter", afirmou, recusando qualquer responsabilidade numa eventual crise política no país na sequência da prevista aprovação, em plenário, das alterações à lei das Finanças Regionais.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Nota da Direcção do Expresso

O Expresso apoia e vai adoptar o novo Acordo Ortográfico. Do nosso ponto de vista, as novas normas não afectam - antes contribuem - para a clarificação da língua portuguesa.

Por outro lado, não consideramos a ideia de que a ortografia afecta a fonética, mas sim o contrário. O facto de a partir de 1911 a palavra phleugma se passar a escrever fleugma e, já depois, fleuma não trouxe alterações ao modo como é pronunciada. Assim como pharmacia ou philosophia.

O facto de a agência Lusa adoptar o Acordo, enquanto o Expresso, por razões técnicas (correctores e programas informáticos de edição) ainda não o fez, leva a que neste sítio na Internet coexistam as ortografias pré-acordo e pós-acordo.

Pedimos, pois, a compreensão dos nossos leitores.

Lusa
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Portas e o seu legado
entrenos (seguir utilizador), 1 ponto , 21:38 | Quinta feira, 4 de fevereiro de 2010
Enquanto Ministro não deixou um legado para as gerações futuras, ou os submarinos foram a pp.
 
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