16 de abril de 2014 às 16:12
Página Inicial  ⁄  Multimédia  ⁄  Expresso TV  ⁄  Filomena Mónica e a Lisboa por onde apetece andar

Filomena Mónica e a Lisboa por onde apetece andar

A socióloga e escritora calcorreou as ruas da capital. Da Lapa até ao Chiado, com passagem ainda pela Gulbenkian para olhar o mar num quadro.
Bernardo Mendonça (www.expresso.pt)
Comentários 4 Comentar
ordenar por:
mais votados ▼
Menomaniaca
MFM é uma figura que suscita curiosidade, tenho lido muito sobre ela, li uma boa parte do seu livro autobigrafico.Foi professora de um amigo no iscte que me deu informação sobre a sua personalidade, de uma forma menos publica e mais académica.Confesso que a opinião que tenho é muito negativa. O tipo de menina bem, rebelde, das familias ricas dos anos 50 e 60 da linha do estoril.Uma ovelha negra da familia, uma mãe horrivel, no pior sentido.Gosta de se gabar das centenas de namorados que teve na juventude, e na qualidade de mulher que só atraía jovens rebeldes.Está em nitida decadência revelando, nas crónicas que escreve no expresso, uma avançada caminhada em direcção á senilidade, com notórios sintomas de Alzeimer, doença que vitimou sua mãe.Só um refratário como António Barreto poderia ser seu companheiro nesta recta final da sua vida.Enfim personagem que não contribui para o engrandeciomento civilizacional do país.
Re: Menomaniaca Ver comentário
Notícias convenientes
Há notícias que convém manter, mesmo que não tenham qualquer interesse, sendo esta uma delas, pois a escritora que respeito, passeou da Lapa ao Chiado e viu o quadro na Gulbenkian, quando a socióloga devia caminhar da Ameixoeira até à Quinta do Grafanil, calcorreando a Estrada Militar, desembocar na Nova Galinheiras e chegar com a carteira incólume ao Bairro da Cruz Vermelha. Assim, sempre ajudaria o companheiro a ter uma visão mais realista da sociedade portuguesa e daquilo que aguarda os incautos que se metem por estes caminhos, pensando que nada de mal lhes acontece. Quanto ao Expresso e como afirma um dos comentadores, tem uma linha redatorial que serve alguém e alguns interesses, não pode ser de outra maneira, servindo-lhe estas crónicas do quotidiano para encher e ao mesmo tempo retirar as notícias incómodas para quem manda neste país da pouca sorte. Não há como fugir à regra, quem faz as notícias é a central de informações, os custos determinam que todos vão beber à mesma fonte, a diferença entre OCS é mínima, se é que ainda existe alguma, para mal dos nossos pecados.
A ecléctica M.F.M.
Não se admite que o Expresso apenas tenha tratado M.F.M. por socióloga e escritora. À sua condição de socióloga deveria ter acrescentado que fez o curso em Oxford , que é licenciada em História e Filosofia e ainda faz uns biscates de jornalismo...
          Pelo que se viu,também mete a sua colherada na Arte...
PUBLICIDADE
Expresso nas Redes
Pub