22 de julho de 2014
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Ninguém vai preso

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Todos os dias nos dizem que a queda do império Espírito Santo não tem nada que a compare ao caso BPN e, se tanta gente sabedora o declara, somos tentados a acreditar. 

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O banco verde

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Três anos a penar para o país se financiar nos mercados e estamos em risco de voltar ao ponto de partida

 

 

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O ano de Passos

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Faz agora um ano, a CGTP acabava de promover a sua quarta greve geral desde a chegada da troika, desta vez com a adesão da UGT, Vítor Gaspar despedia-se com estrondo epistolar e Paulo Portas apresentava a sua demissão "irrevogável", em protesto contra a nomeação de Maria Luís Albuquerque, a quem o Presidente da República deu posse como ministra das Finanças numa cerimónia soturna de fim de ciclo. A rutura da coligação parecia inevitável e eleições antecipadas a única saída possível. 

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A força do apelido

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O Banco de Portugal tem sido muito elogiado pela forma como impôs a saída de Ricardo Salgado da presidência do BES e como cuidou de evitar - veremos até que ponto - o contágio entre os negócios da família Espírito Santo e os negócios do banco.

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Um bom consellho

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Insistir na guerrilha com o TC só prejudica o Governo. É burrice ou masoquismo

 

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Qual é a pressa?

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Cavaco pede um acordo como quem reza, já sem esperança de ser ouvido.

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Culpar o árbitro

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Quando um resultado não serve, culpa-se o árbitro. E quando as derrotas se sucedem, culpa-se o "sistema". É assim no futebol português e a política vai pelo mesmo caminho. Talvez chegue o dia em que a própria linguagem se torne tão malcheirosa como aquela com que o presidente do Sporting brindou as televisões esta semana.

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Olhar à esquerda

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O pior que podia acontecer ao PS depois destes resultados nas europeias era nada acontecer.

 

 

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O vírus

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O vírus que ataca o país é o do desencanto e não se combate em campanhas mas nos períodos entre elas.

 

 


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Indeferentes

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Sem a Europa estaríamos condenados ?a empobrecer; ?com esta Europa ?já estamos ?a empobrecer.

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Edição Diária 17.Abr.2014

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