27 de abril de 2015
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A hora dos extremos

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O Governo do Syriza foi obrigado a ajoelhar, mas, se cair, a Grécia pode mergulhar no caos.

 

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Pecadores

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Se aplaudisse Juncker, o Governo estaria a reconhecer que ofendeu a dignidade dos portugueses.

 

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Bater nos fracos

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A dupla do Syriza está a toldar a lucidez de adversários e simpatizantes.

 

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Gritaria e chantagem

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A Grécia do Syriza aposta na desgraça dos "periféricos" para tentar evitar a sua própria desgraça.

 

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A 'recuperação'

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Infelizmente para o Governo, nem Merkel nem os mercados votam nas legislativas do outono.

 

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Escalada imparável

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Se o terrorismo islâmico não for derrotado na origem, também não o será na Europa.

 

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Não há meia liberdade

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À esquerda e à direita, há quem resista a condenar o terrorismo praticado pelos fanáticos islamitas, em geral, bem como o morticínio de Paris, em particular, sem acrescentar um "mas" desculpabilizador. Dizem, por exemplo: sim, eles cometem crimes horríveis, mas a guerra do Iraque está na origem de todos estes males. Como se, antes da invasão injustificada, com consequências sem dúvida devastadoras, não tivesse havido o 11 de setembro e, recuando sempre na história, não fosse possível encontrar pretextos e culpas sucessivas de um lado e do outro. 

 

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Jardim e Seguro

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Jardim podia ter saído em ombros, mas acaba por sair empurrado pelo próprio partido.

 

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Que se lixe a troika!

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Em dezembro de 2013, o país dividia-se entre os que admitiam que Portugal pudesse sair do "ajustamento" com um plano cautelar e os que consideravam inevitável um segundo resgate. A saída "limpa" era uma miragem. E nada permitia antecipar qualquer alívio do sufoco a que o país estava sujeito desde 2011.

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TAP, a gota de água

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A resistência à privatização da TAP responde à humilhação que tem sido a venda de outras empresas vistas como símbolos nacionais.

 

 

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