18 de maio de 2013 às 23:00
Página Inicial  ⁄  Iniciativas e Produtos  ⁄  Expresso oferece a "História de Portugal"

Expresso oferece a "História de Portugal"

O Expresso vai distribuir gratuitamente, com a edição impressa e a partir de 14 de julho, a "História de Portugal".

O Expresso vai distribuir gratuitamente, a partir de 14 de julho, a "História de Portugal", a obra coordenada por Rui Ramos, a maior referência da historiografia portuguesa, também da autoria de Bernardo Vasconcelos e Nuno Gonçalo Monteiro.

O semanário oferece a obra na íntegra, dividida por 9 volumes. Uma "História de Portugal" que se tornou essencial para compreender o passado e o presente do país, num momento decisivo para o futuro de Portugal. Numa palavra: incontornável.

  • 1º volume - 14 de Julho + caixa arquivadora
  • 2º volume - 21 de Julho
  • 3º volume - 28 de Julho
  • 4º volume - 4 de Agosto
  • 5º volume - 11de Agosto
  • 6º volume -18 de Agosto
  • 7º volume - 25 de Agosto
  • 8º volume - 1 de Setembro
  • 9º volume - 8 de Setembro

Veja a fotogaleria com os 9 volumes




Comentários 12 Comentar
ordenar por:
mais votados ▼
Boas Notícias...
Um motivo acrescido para comprar o EXPRESSO ao sábado. Ainda que possa, sempre, duvidar-se se Rui Ramos é a "maior referência"... é sempre um ponto de observação a ponderar e que, certamente, justificará a aquisição.

... Ainda por cima, sem encargos adicionais!!!

[(envergonhado, reconheço que, há já uns anos, deixei de comprar a edição do EXPRESSO em papel)(sabe-se lá, se a iniciativa me conduz a ser, de novo, um leitor assíduo do EXPRESSSO, que - tão religiosa e semanalmente já fui)]
Re: Expresso oferece a "História de Portugal"
Podiam incluir algumas fotos do conteúdo.
...
Uma aquisição de se lhe tirar o chapéu... Esta colecção enriquece não só a Nossa biblioteca como nos enriquece o espírito de saber ...
Parece interessante
mas deviam incluir uma brecve resenha de cada volume.
Gostaria de comprar a coleccao...
Sera que esta coleccao tambem podera ser adquirida para quem esta fora de Portugal? Como faze-lo?
NÃO GOSTEI DA EDIÇÃO
Fiquei desiludido com o aspeto gráfico ou tipo de edição que usaram. Corpo de letra demasiado pequeno e pouco concentrada a leitura, sem parágrafos provocando cansaço ao ler. Não gostei. De tal modo que afastei a sua leitura. Farei a coleção na mesma...porque sou "obrigado" a ela, porque a pagar jamais o faria.
Uma História quer-se bem contada
Esperamos que a obra não seja manchada pelo acordo ortográfico.
Eu quando leio sonbre Historia de Portugal fico em depressão.
Somos um povo sempre amarfanhado por interesses e tivemos sempre que pagar pelos desaires dos grandes senhores.
Pior ainda quando se descortina a vida intima dos Monarcas, suas esposas e afins. Uma vergonha que hoje ainda faz corar muito cidadão. E a Igreja? Todos muito crentes.Pior foi a Inquizição.Certamente foi nesse compendio de más práticas que muitos contemporaneos se doutoraram.
Mas temos a História que merecemos.
no sentido contrario, que pena estao cegos
enquanto todos osn Países. Asiáticos estao. Eliminando impostos e apostando. No crescimento da atividade. Económica. A europa e portugal vai no sentido inverso, procurando dezesperadamente taxar o traualho e kpermitindo que as fugas e escandolos financeiros de muitos mil milhoes passem ao lada. Mais um pequeno erro...... eh a loucura que levua a cegueira ou a cegueira que
Aumentar impostos, "boa ideia"
Para no final ter a mesma receita ou menos e ainda asfixiar mais a economia.
Este governo é de rir, não sabe o que fazer, vai pelo aumentos de impostos, penso que é proporcional a mais receita.
Se calhar não foi só o relva a levantar o curso.
titulo
"era uma vez um pais" infelizmente uma frase bem atual
Erros (de português) a corrigir
A pág.s 62 e 74 do 3º vol. ( não sei se também noutros locais, mas é bem possível q sim) encontra-se um erro de português q não pode deixar de ser corrigido - pelo autor do texto Nuno Gonçalo Monteiro. Este autor, aparentemente, crê q a palavra "SUCEDÂNEO" significa algo semelhante q sucede posteriormente, facto q sucede de modo semelhante mais tarde no tempo. É com esse sentido (q a palavra NÃO tem) q a palavra (no plural, nos passos assinalados) aparentemente é usada nos ditos passos. A fls 62 - "a história descrita...não deixou de ter muitos sucedâneos nos séc. vindouros" e a fls 74 " facto absolutamente inusitado e sem sucedâneos, convidou os vários candidatos ao trono..." No 1º caso quer-se dizer q "a história" repetiu-se, factos semelhantes ocorreram, "nos séc. vindouros". No 2º quer-se dizer q "o facto absolutamente inusitado" não se repetiu, não ocorreu nada semelhante no futuro. Não se trata, pois, de lapso isolado mas de erro quanto ao significado da palavra por parte do autor. Sucedâneo, quer como substantivo quer como adjectivo, significa, sempre e só, substituto, coisa q pode substituir outra por ter mais ou menos as mesmas propriedades. Vem directamente do latim "succedaneu". Não tem nada a haver com sucessão no tempo. Não sou filólogo nem linguista. Trata-se de conhecimento geral e comum da língua, por isso espero q o autor corrija o erro em posteriores edições - não lhe será difícil encontrar sucedâneos para as expressões em q erradamente se serve da palavra..
História de Portugal - 1º e 2º volumes
Boa tarde! Estou a fazer a colecção de História de Portugal, no entanto, não consegui comprar o 1º e 2º Volumes. Existe alguma forma de eu ainda poder adquirir os volumes acima referidos? Cumpts
PUB
PUB
Expresso nas Redes
Pub