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Experiência ao serviço de África

Dez ex-governantes, políticos, economistas e ativistas dão a cara pelo Africa Progress Panel, uma organização atenta à atualidade política, económica, ambiental e social de África. A propósito das eleições em Angola, o APP produziu este retrato.
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Opinião


Multimédia

Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

Salada de salmão com sorvete de manga

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione.

Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

Parecem casulos onde gente hiberna à espera de ver terra

No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Experiência ao serviço de África (I)
Até nas Ditaduras, o caudilho, passada a fase da "pacificação" das hostes e a recuperação da credibilidade externa, deve perceber que a sua saída de cena e entrada de alguém mais novo da sua confiança, poderá dar um novo impulso económico, abrindo o País a novos mercados e novas fronteiras.
Salazar, nunca foi capaz disso e apenas via o óbvio. Faltava-lhe visão. Algo que Churchill tinha de sobra, apesar de ser um quase alcoólico. Talvez até por isso "via melhor"!
Após a 2.ª Guerra Mundial, Salazar devia ter tido a capacidade de prever que o nosso futuro ia ser algo diferente do que tinha sido até aí. A Guerra na qual não tínhamos entrado, deixara no entanto marcas profundas nas relações coloniais entre os Estados, em especial na Ásia e África.
Saindo de cena de forma discreta nessa altura, deixava um sucessor que não seria ainda Adriano Moreira, era muito novo, mas alguém mais novo ainda que do regime, o qual poria em marcha uma política ultramarina assente no aumento do potencial produtivo das colónias, com o recrutamento maciço de quadros qualificados na metrópole.
Mas não, Salazar segregou até à última hora do seu governo, qualquer coisa que desse ao Ultramar a oportunidade de "sair da casca", de se tornar um 2.º Brasil, não querendo ficar refém de um hipotético "D. Pedro, o Ultramarino".
Chegados ao 25 de Abril, cansados de uma guerra colonial interminável, acabamos por ficar sem as nossas jóias da República, da forma mais desastrada possível.
(cont.)
Experiência ao serviço de África (II)
Re: Experiência ao serviço de África (II)
...
Que Angola é um país de desigualdades e com extremas necessidades de gerar melhores condições de vida à sua população, parece-me de "La Palisse".

Não vi nenhuma grande novidade dada por estas mentes brilhantes... As medidas que apontam não passam de necessidades óbvias e lógicas. O problema, e para esse sim, convinha que apontassem respostas, é como colocá-las em prática de forma célere e eficiente, quando em causa estão países com uma curta e pouco sólida história de independência e democracia.

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Edição Diária 17.Abr.2014

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