Em vésperas de se conhecer formalmente os pormenores do Orçamento do Estado para o próximo ano, pressente-se que o que nos espera, dadas as notícias diárias sobre este assunto, é de molde a não deixar ninguém tranquilo. Com efeito, desde a assinatura do memorando com a troika que se percebe que a desalavancagem financeira de que o país precisa, ao ter de ser feita no período de tempo que foi negociado, não permitirá ao Governo dosear as necessárias medidas corretivas de modo a amenizar o seu impacto negativo na economia.
Escolha uma das opções para ler o artigo inteiro
Compre o Expresso na banca
|
Assine o Expresso no site
|
Aceda ao Expresso no iPad
|