25/05/2012 atualizado às 9:00
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Espanha quer voltar atrás na lei do aborto

Governo de Mariano Rajoy quer alterar a legislação sobre a interrupção voluntária da gravidez, voltando as mulheres a ter de explicar os motivos para abortarem.

Mafalda Ganhão (www.expresso.pt)
15:58 Quarta feira, 1 de fevereiro de 2012

O Governo espanhol quer alterar a legislação sobre o aborto, revogando a permissão para as mulheres interromperem voluntariamente a gravidez sem qualquer justificação médica até às primeiras 14 semanas de gestação.

Para muitos, trata-se de um regresso à legislação criada em 1985 e que só permitia o aborto em três situações: em caso de violação, malformações fetais ou se implicasse risco para a mãe.

Embora o ministro da Justiça espanhol, Alberto Ruiz-Gallardón, insista que não se trata de um retrocesso - a lei de 1985 foi posteriormente alterada em 2010 pelo Governo socialista -, mas sim de um conjunto de alterações que visa corrigir os defeitos das últimas duas leis, certo é que esta intenção do novo Governo presidido por Mariano Rajoy é vista como uma tentativa de agradar à linha dura do PP e à Igreja católica.

Proteger o feto


Sem entrar em detalhes, Ruiz-Gallardón declarou à rádio Cope (da Conferência Episcopal espanhola) que a nova lei do aborto eliminará o sistema de prazos, garantindo os direitos do feto. Para Gallardón, a lei anterior definia um critério estritamente temporal e, abaixo de determinados prazos, não havia qualquer possibilidade de proteção ou de direito para o feto.

O atual enquadramento legal permite a interrupção da gravidez até às 14 semanas de gestação. Se existirem malformações do feto ou perigo para a saúde da mãe, o prazo é mesmo alargado até às 22 semanas, e com malformações muito graves o aborto pode ser realizado ainda após aquele prazo (desde que aprovado por uma equipa médica).

"A reforma proposta pelo Governo não só não é um retrocesso como é um avanço positivo, que não vai restringir os direitos da mulher mas antes ampliar a proteção do concebido", afirmou o ministro. 

Até agora, o Governo espanhol apenas tinha confirmado uma alteração - a da exigência de consentimento paternal em casos de jovens de 16 e 17 anos que pretendam abortar.

  
Palavras-chave  aborto, Espanha
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Notícias incompletas
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 16:43 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Em Espanha, uma jovem, menor de 16 anos, pode aboirtar no S.Saúde público, sem necessidade de autorização de pai ou mãe.

É isso que se preparam para modificar. São as chamadas leis fracturantes de Zapatero.

Não custava nada completar a informação, assim parece haver um certo acinte,pretendendo chamar reaccionários e trogloditas ao novo governo espanhol.

Seriedade é muito bonito...................
 
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 21:36 | Quarta feira, 1 de fevereiro
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Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 10:12 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 11:37 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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Lonet (seguir utilizador), 3 pontos , 12:36 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 18:45 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 19:21 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 23:28 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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AmigoDaFelícia (seguir utilizador), 1 ponto , 23:26 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 0:16 | Sexta feira, 3 de fevereiro
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AmigoDaFelícia (seguir utilizador), 1 ponto , 23:14 | Sexta feira, 3 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 12:24 | Sábado, 4 de fevereiro
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AmigoDaFelícia (seguir utilizador), 1 ponto , 16:40 | Sábado, 4 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 16:53 | Sábado, 4 de fevereiro
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AmigoDaFelícia (seguir utilizador), 1 ponto , 20:47 | Sábado, 4 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 23:47 | Sábado, 4 de fevereiro
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AmigoDaFelícia (seguir utilizador), 1 ponto , 22:56 | Domingo, 5 de fevereiro
Mea culpa
moncarapacho (seguir utilizador), 2 pontos , 16:47 | Quarta feira, 1 de fevereiro
A notícia é mais completa do que me apercebi. Fui atrás do título e cometi um erro
 
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País Moderno!
Borrifador (seguir utilizador), 2 pontos , 18:51 | Quarta feira, 1 de fevereiro
VIVA A ESPANHA!
 
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Lá como cá!
héraut (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 19:02 | Quarta feira, 1 de fevereiro
As ideias da direita e da esquerda, sobre este assunto, são perfeitamente inversas, já o sabemos. Não podem nem devem os governos, apenas porque são de opinião contrária, tentar desfazer o que foi feito e objecto de um referendo. É no mínimo, prepotente e redutor da voz dos cidadãos em maioria numa democracia.
 
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ocehcap (seguir utilizador), 2 pontos , 0:25 | Sexta feira, 3 de fevereiro
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Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 21:49 | Sábado, 4 de fevereiro
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 23:55 | Sábado, 4 de fevereiro
Penalizações para os irresponsáveis
jose carlos silva (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 20:22 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Com os fetos não deve de acontecer, o talvez..., ou porque..., não queria..., etc, etc...! Salvo raras exceções há que responsabilizar aqueles abortos que não sabem aquilo que querem da vida.
 
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UMA GANHÃO QUE É CANHÃO
odisseia na terra (seguir utilizador), 2 pontos , 23:10 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Isso não é verdade. Isso é falso. O que o governo de Espanha introduz é uma co-responsabilização por parte do progenitor no acto de decisão de interromper a gestação de uma vida. Se antes a decisão era unicamente da mulher agora a esta acresce a do homem. Ninguém nasce sem mãe e pai pelo que é no mínimo equilibrado que ambos sejam responsáveis na tomada de decisão. Não vale a pena enveredar pelo caminho da atoarda fácil e da demagogia grosseira. Ninguém pôs em causa o direito de se interromper a gravidez. Ninguém quer impingir nada a ninguém. O que se pretende é humanizar um acto que é na sua essência desumano.
 
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ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 0:20 | Sexta feira, 3 de fevereiro
Divergências antigas
BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 2:25 | Quinta feira, 2 de fevereiro

A Direita pouco se importa com o aborto, se efetuado num vão de escada ou numa clínica de luxo; conquanto seja feito a recato da opinião pública e da igreja.

Não há números, não há impostos, ninguém é responsável quando corre mal e, se tal acontecer, o hospital público é mesmo ao virar da esquina !!

 
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Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 10:13 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 17:29 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 19:11 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 19:37 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 21:51 | Sábado, 4 de fevereiro
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BrincaNareia (seguir utilizador), 2 pontos , 22:18 | Sábado, 4 de fevereiro
Acho muito bem...
mccpa (seguir utilizador), 1 ponto , 18:02 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Liberalizou-se de tal forma o aborto que já é usado por muita gente como meio contraceptivo. Ainda por cima à custa dos impostos mesmo que quem é contra o aborto. Espero que em Portugal se faça o mesmo, é ridículo darem mais direitos a uma mulher que aborta do que uma mulher que quer ter filhos. Começa pelo brilhante facto de que uma mulher que aborta tem direito....a subsídio de maternidade.... só neste país de opereta
 
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Lonet (seguir utilizador), 2 pontos , 10:15 | Quinta feira, 2 de fevereiro
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argala (seguir utilizador), 1 ponto , 23:31 | Quarta feira, 1 de fevereiro
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dmaj (seguir utilizador), 1 ponto , 11:10 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Abortar em Portugal
desacomodado (seguir utilizador), 1 ponto , 20:52 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Assim vão começar a vir abortar em Portugal. É à vez!!!
 
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Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 21:53 | Sábado, 4 de fevereiro
Ora aí está uma medida...
ocehcap (seguir utilizador), 1 ponto , 21:32 | Quarta feira, 1 de fevereiro
Que devia ser tomada também cá no bananal...
Aliás, se o Passos se preocupasse minimamente com aquilo que disse em campanha, a Lei já teria sido revogada...
Mas ele anda ocupadíssimo a "ir mais longe que a troika"!
 
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Rantaplan (seguir utilizador), 1 ponto , 21:55 | Sábado, 4 de fevereiro
Espanha quer voltar atrás na lei do aborto
jaime valverde (seguir utilizador), 1 ponto , 11:20 | Quinta feira, 2 de fevereiro
Estranho título de notícia. Afinal, vai-se a ver e quem quer voltar atrás não é a a Espanha, é o governo espanhol.
Já lá vai o tempo de "o estado sou eu". A Espanha é muito mais que o governo do Sr. Rajoy. Portugal é muito mais que o governo do Sr. PC. Só faltava, por exemplo, o Expresso publicar: "Portugal não quer o subsídio de férias nem o 13º mês". Lindo, não era?
 
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