21 de maio de 2013 às 16:10
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Espanha não aceita resgate se for pedida mais austeridade

Governo de Mariano Rajoy admite, contudo, novos ajustes este ano para cumprir a meta do défice.
O Governo de Mariano Rajoy prevê um ajuste orçamental de 102 mil milhões de euros até 2014 Reuters/Susana Vera O Governo de Mariano Rajoy prevê um ajuste orçamental de 102 mil milhões de euros até 2014

O Governo espanhol garantiu hoje a Bruxelas que não vai pedir o resgate internacional caso sejam impostas mais medidas de austeridade para os próximos anos.

O Executivo de Mariano Rajoy diz, assim, que não aceitará exigências que vão além do acordado para receber o apoio financeiro para a banca e que só tomará uma decisão depois de saber todas as condições.

Segundo o "El País", a Espanha não descarta, contudo, adotar novos ajustes nos próximos meses com vista a reduzir este ano o défice para 6,3%, meta que estava fixada inicialmente nos 5,3%.  

"Se persistirem os riscos, o Governo aprovará novos ajustes", pode ler-se num comunicado oficial, citado pelo jornal.

Anteriormente, o ministro da Economia, Luís de Guindos, tinha afirmado que não seriam necessárias mais medidas de austeridade com vista a cumprir o défice.

Ajuste orçamental de 102 mil milhões


O Plano Orçamental de Espanha para 2013-2014, que foi aprovado na passada sexta-feira, prevê um ajuste orçamental de 102 mil milhões de euros até 2014.

Recorde-se que o presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, disse que a instituição não irá comprar dívida soberana no mercado secundário aos países que ainda não solicitaram o resgate internacional, referindo-se aos casos de Espanha e Itália.

Segundo o Fundo Monetário Internacional, o produto interno bruto espanhol deverá cair 1,7% em 2012 e 1,2% em 2013.

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Hora da verdade

Depois dos pixotes gregos, irlandeses, portugueses e os super-pixotes cipriotas irem ao tapete chegou a vez dos super-pesados.

É interessante verificar que agora o modelo de desenvolvimento espanhol passou a ser o saco de pancada dos moralistas, muitos dos quais teciam loas ao empreendedorismo espanhol, à locomotiva europeia do futuro.
Aznar e Zapatero eram os heróis dessa europa de contas em dia, das finanças saudáveis, do horror à dívida e à inflacção.

Em todos estes anos só me lembro de uma voz avisada advertir que o caminho era muito perigoso, curiosamente o comissário espanhol Almunia.
Realmente encher um país de aeroportos vazios parece um modelo de desenvolvimento um pouco estrapafúrdio, mas nada que que atrapalhasse o conceito.
Afinal a Espanha crescia a olhos vistos e até apresentava superavites.

Pois lá rebentou o balão.
E com 1/4 da Espanha desempregada não há volta a dar. Rajoy não tem qualquer margem de manobra. Resta-lhe usar o peso espanhol para pressionar o BCE e o pessoal das contas em dia.

O problema é que "as dívidas gerem-se", como diria o nosso filósofo em Paris.
Mas só se gerem se o crescimento cobrir a taxa de juro.

Mas nem tudo é mau: afinal de contas somos espectadores previligiados da derrocada europeia.
Um tsunami ou um vulcão em erupção são fenómenos assustadores mas nem por isso perdemos a oportunidade de os registar para a eternidade, mesmo arriscando a vida por isso.

 
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Aos comentadores “amantes” solidariedade…
Antes de aplaudirem o “delírio”, pensem em Alberto João a fazer declarações semelhantes: “não aceito gastar menos – porque é doloroso (pimenta no cu dos outros…) – e só aceito empréstimos sem condições.

Lembro também, que Portugal tem de começar a pagar a sua parte no FEEF – fala-se num valor superior a 10 mil milhões ( 5 anos sem 13º e 14º mês). Agora percebe-se a razão para que os contribuintes dos países pagantes, estejam a murmurar coisas feias.

Se eles – à custa do seu esforço – obtiveram resultados e pouparam, é normal que sintam um “leve” incómodo, que esses resultados, sejam para pagar as “putas” do Berlusconi e os aeroportos fantasma dos espanhóis.

É normal a estranheza, pela Justiça alemã condenar os corruptores alemães, e a “justiça” grega e portuguesa, não encontrar (nem procurar) os corrompidos…

Pode-se não gostar do Passos e do Gaspar. A política que seguem pode não ser a mais correta… mas é a única a seguir. Venha quem vier.

Mas talvez se prefira a proposta de sair do euro. Aí, o Estado iria equilibrar as contas INTERNAS. Os salários, fruto da desvalorização, perderiam metade do seu poder de compra. E os que travam a luta justa de não aceitar cortes de 15 ou 20%, depois, iam-se “agarrar” ao Totta.
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- (Rajoy)
Façam o seguinte exercicio , tudo o que o Rajoy diz , interpretem ao contrário , porque acabarão sempre por perceber o que ele diz.
Re: - (Rajoy) Ver comentário
A Espanha
e o Rajoy vão ter que comer e calar!!
Com a Alemanha e seus "Troikanos" ninguém arrepia cabelo..
LOL
Agora é que a porca vai torcer o rabo... Agora é que eu me vou rir... Finalmente começou a guerra a sério... A Espanha sabe bem que não está sozinha, e se a Alemanha cede...

Como dizia o meu sargento na tropa: "Está a p*ta armada!"
Mas
Se não fazes o que eu quero, não te vou pedir ajuda! ouviste?
Re: Mas Ver comentário
Bluff !!!
os espanhois estão no buraco financeiro ... e que vai arrastar Portugal !!! o ke esse rajoy diz ... são apenas tretas de estratagemas para não cair mais fundo !!! Penso que o principio do fim do Euro está bem próximo ... p`lo menos para alguns !!!
Corda na garganta e ainda esquisito
Não tem vergonha na lata, precisa e ainda impõe condições
É deixar rolar e ainda aparece á porta de joelhos

Mas que lixo anda na politica, já parece o futebol
ESTÁ NA HORA,
da alemanha abandonar o euro.
A alemanha é como a ignorância a mãe de todos os vícios,gente robotizada amante da disciplina a todo o custo,causadores de duas guerras mundiais , gente de mau feitio que nunca irá desistir enquanto não apanhar forte e feio mais uma vez.
Infelizmente tem seguidores fora das suas fronteiras um deles o nosso 1º ministro.Temos que acabar com esta dependência de um povo que tenta à quase um século dominar a Europa.
O mundo não é a alemanha fechem esta canalha dentro das suas fronteiras de uma vez por todas.
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Todos por um !
Percebi desde o início que Senhor Mariano Rajoy não assumia pedir resgate por não querer aceitar interferencias da troika . Se acontecesse a pretensão do Senhor Rajoy, seria descriminatório para Países que pediram resgate financeiro, assumindo as condições do FMI e BCE . Tratar todos os Paíse por igual, deve ser o lema para a unificação do projeto Europeu .
Continua a ser o "tem que ser"
A austeridade tem que aumentar - tem que ser;
Os juros a pagar pela “ajuda” que nos estão a dar têm que ser insustentáveis no futuro – tem que ser;
A taxa de desemprego tem que aumentar - tem que ser.
E enquanto vai havendo cada vez mais desemprego, mais pobreza, a nobre classe politica, continua a ter regras de exceção, a aumentar a sua riqueza, a efetuar contratos milionários mesmo na função pública especialmente para quem pertence a determinados partidos. Nitidamente a tirar a quem menos tem para que outros possam enriquecer e para que os ricos continuem a ser ricos e sublinho especialmente se pertencerem ou tiverem alguma simpatia com determinados partidos políticos.
  O que acho estranho, é a aceitação por grande parte dos portugueses por esta situação. Acho no entanto, que muitos de nós começam a ter a perceção que o caminho a seguir não tem que ser necessariamente o que atualmente está a ser seguido.
Como o artigo que estou a dar a minha opinião se refere a investimento gostaria de transcrever algumas partes que encontrei num blog relativas a alguém empreendedor: Alexandre Soares dos Santos (neste momento o homem mais rico de Portugal). Ouvi-o numa entrevista televisiva dizer que nunca despediu uma única pessoa (como católico não o poderia fazer) e que não acredita que a Alemanha queira realmente ajudar países como a Grécia ou Portugal (tendo interesses sim, por exemplo nos países nórdicos). ...
Vou generalizar.
Não gosto dos alemães:-,pronto já disse.Mas...também não gostou de finlandeses,dinamarqueses e outros (eses!) mas eu sou do sul da Europa ,mais emotivo mais caloroso mais latino,enfim aquilo que faz a diferença entre latitudes e culturas.Eles...os outros eses são mais calculistas mais frios mais impessoais particularmente nos negócios.
Não são nenhuns super cérebros nem nenhuns autómatos;
enquanto nós vivíamos numa ditadura, de mercados fechados com uma indústria obsoleta e uma agricultura de subsistência eles no fim da guerra recebiam ajudas do plano Marshall para reconstrução dos respectivos países,quando da reunificação alemã receberam novo pacote de ajuda.Mas usarão-no sabiamente para equilibrar as suas diferentes economias.Actualmente recebem dinheiro a 1 ou 2% e emprestam-nos a quanto?
Estão a fazer negócio!...
Nós é que temos que deixar de burros e sair quanto antes da alsada da troika sair do euro se necessário,com muito custo eu sei mas não existe opção.Não vale a pena continuar com a mentalidade naife de que os países do norte vão salvar a nossa economia.Precisamos e isso sim de um governo empenhado em recuperar a nossa economia.Mas não nos iludamos;não encontraremos esse governo dentro do espectro politico actual.Da direita à esquerda esta pandilha só serve para acabar com o que resta.Só resta duas opções;morrer lentamente ás mãos do regime actual,ou se necessário morrer para mudar de facto e deixar algum futuro aos nossos filhos.
Uma vez mais a História é ignorada!
Há, infelizmente, muita gente que ignora os acontecimentos do passado – passado esse que mais não é que HISTÓRIA.
Os alemães, com suas virtudes e defeitos, são um povo prepotente que só eles, e unicamente eles, são puros em termos de raça. Todos os demais não passam de resquícios dessa "identificada e exclusiva" raça ariana, pertença dos alemães. Todas as borradas feitas anteriormente – causadores da primeira e segunda guerra mundiais – são por eles desconsideradas e, ainda hoje, aceites como uma evidência dessa superioridade. O tão falado "Plano Marshall", para eles – alemães – "nunca existiu". Foi uma interpretação abusiva dos "aliados" que, no pós-guerra, nada mais fizeram que pensar neles próprios (mesmo que beneficiando os alemães) em termos de reconstrução da economia mundial. Terá sido assim, mas o certo é que eles, não só beneficiaram, como foram salvos de compromissos com indemnizações que os fariam estagnar até 1973 (se é que sobreviriam como país independente até lá), pois estamos a falar de quase trinta anos a "arrotar" pagamentos a todos aqueles que causaram dano.
Já não citamos a reunificação alemã, a qual também teve "ajudas" dos demais.
Moral da História: os alemães dizem aquilo que há já muito ouvimos: "faz o que eu digo, não o que faço"!
Estarão eles a cozinhar uma terceira guerra mundial, para de novo levarem nos c.. nos? A primeira qualquer um cai, a segunda cai quem quer, a terceira... a ver vamos!!!
1º Reich económico
Este Mariano Rajoy anda a enganar os Espanhois desde o inicio, dizendo que não precisa de cacau emprestado. Pediu emprestado para emprestar aos bancos que haviam apostado na economia de casino. E agora vai ter de pedr um resgate e pagar o que os mercados quiserem, ou não há dinheiro. Os países do Sul têm que se unir e não ser cada um por si
pois os predadores dividem as presas para atacar.A Inglaterra seguiu as pisadas de Churchilll e hoje mesmo endividada e com deficit alto, a Srª Merkl só chateia os Bimbos do SUL.
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