Anterior
'Manif': Portugal não pode ficar a passo de Coelho
Seguinte
O pontapé institucional de Cavaco Silva a Paulo Portas
Página Inicial   >  Blogues  >  Politicoesfera  >  Entrevista de Seguro: entre a saudade de José Sócrates e a irrelevância política!

Entrevista de Seguro: entre a saudade de José Sócrates e a irrelevância política!

|

1. Estou chocado. Assustado. Acabo de assistir à entrevista de António José Seguro à RTP: o político socialista com que me confrontei durante cerca de 40 minutos pareceu-me alguém muito familiar. Comecei a interrogar-me quem seria. Tive a certeza de que o entrevistado não era o António José Seguro, cujo percurso político comecei a acompanhar atentamente a partir de 2004 (ano em que se conquistou a atenção mediática ao assumir a liderança parlamentar da bancada socialista, tendo de confrontar o recém-designado primeiro-ministro Pedro Santana Lopes no debate do Estado da Nação). Não, aquele não era definitivamente o António José Seguro cujo perfil é caracterizado pelo tom cordato, pela explicação clara das suas ideias e propostas, pela genuinidade política e comunicacional. Não, não era. Quem era?

Eis que tudo começou a ficar mais claro. Reparei que o líder socialista gesticulava, unindo os dois dedos, por vezes, apontando o indicador com arrogância, por outras; sempre com um tom ácido para com o entrevistador, mandando-o que o deixasse terminar o seu raciocínio. Isto sempre com um semblante carregado, a roçar a prepotência. Descobri! Lembrei-me! Aquele líder, ali sentado, com Vítor Gonçalves, era o espírito de José Sócrates (com os seus tiques e manias) no corpo de António José Seguro. Agora já percebemos porque razão José Sócrates veio no passado fim de semana a Lisboa, aparecendo em restaurante de luxo a jantar com os seus "socranetes". Veio ensinar António José Seguro a comportar-se durante uma entrevista. O famoso estudante de Ciência Política veio dar um workshop ao seu sucessor como ser agressivo com um jornalista durante toda a entrevista - e passar 45 minutos sem dizer absolutamente nada. Eis o retrato ideal, sucinto, da entrevista: António José Seguro falou muito - mas não disse nada.

2. Em primeiro lugar, em termos de forma, António José Seguro estragou a sua entrevista. Porquê? Porque as interpelações sucessivas ao entrevistador para o deixar concluir o raciocínio, criaram um ruído enorme que prejudicou a transmissão da mensagem. O ruído distorceu, apagou a força (se é que poderia haver alguma) da mensagem de António José Seguro. Além disso, António José Seguro tem revelado um problema sistemático, desde que chegou à liderança do Partido Socialista: Seguro é muito plástico na comunicação. Dá a sensação de que antes da entrevista fica horas à frente do espelho a treinar a colocação da voz, os gestos, o olhar de indignação para com o jornalista - é tudo tão encenado que fica mal. Que afasta o público. Que cria desconfiança nos portugueses - já quando António José Seguro respondeu a Marcelo Rebelo de Sousa na TVI, na sequência da sua "golpaça" interna, verifiquei o mesmo erro. Até nisso, Seguro está a tentar ser José Sócrates: na sua plasticidade comunicacional.

3. Feitas estas considerações quanto à forma, vamos ao conteúdo. Quanto ao conteúdo, há pouco a dizer: António José Seguro não acrescentou rigorosamente nada - e aquelas ideias que repetiu não explicou devidamente. Uma nulidade absoluta, em resumo. Vamos por partes.

O PS andda desorientado!

3.1. Desde logo, resulta da entrevista que o PS confronta-se com um problema gravíssimo. Gravíssimo para o próprio PS, mas sobretudo gravíssimo para a democracia portuguesa. Tal como o PSD de Passos Coelho, o PS de António José Seguro não tem uma única convicção política. Uma única! Um exemplo: António José Seguro tem andado a falar de uma taxa aplicável às rendas das Parcerias-Público Privadas (PPP). Nos últimos dias, Seguro era só PPP: era a sua grande alternativa ao Governo. Hoje, na entrevista, o jornalista perguntou-lhe o que faria, afinal, de diferente. Ora, António José Seguro nem tocou na taxa sobre as PPP. Teve de ser o jornalista a lançar o tema. Então, o líder da oposição esquece-se de levar para a entrevista a sua grande medida? Pior: o jornalista pergunta-lhe comos eria a taxa e quanto representaria em termos de poupança. Imagine só o que respondeu Seguro - não sabe, mas já tem um grupo de trabalho a estudar a matéria. Resposta só haverá para o debate do Orçamento de Estado na... especialidade. Só para outubro/novembro. Se Passos Coelho mostra uma impreparação tremenda para o exercício do cargo de primeiro-ministro, António José Seguro mostra que é um líder da oposição fraco. Muito fraco. Sem qualquer habilidade, criatividade ou preparação técnica e política para esta responsabilidade.

3.2. Mais fraco ainda foi a parte da entrevista sobre a moção de censura. Ora, a moção de censura é um mecanismo constitucional que permite à Assembleia da República retirar a confiança política ao Governo. Trocando por miúdos, a moção serve para derrubar Governos. Mas para António José Seguro não: a moção de censura é um instrumento de altíssima importância, com efeitos políticos bastante significativos. Claro: derrubar o Governo. Então seria óbvio que o PS quer derrubar o governo. Mas Seguro desmente: não queremos provocar crises políticas. Então é para quê? A moção de censura serve para quê? Para mostrar que o PS, o PCP e o Bloco de Esquerda estão contra o Governo? Ui, ui! Que novidade! Eu julgo que António José Seguro anda muito confuso. Proponho que vá estudar o que é uma moção de censura. Há, ainda, outra contradição: António José Seguro refere que o seu voto contra o Orçamento do Estado não é apenas motivado pela TSU. Eu gostaria de perceber melhor este ponto: é que Seguro execução orçamental com a proposta de Orçamento de Estado. Eu também não concordo com as orientações do Orçamento do Estado - mas gostaria que o PS apresentasse um orçamento alternativo, em vez de brincadeiras com moções de censura. A democracia agradecia

3.3 Em conclusão, o estado da situação é mau; o estado da oposição é ainda pior. Estes políticos que lideram os partidos, da esquerda à direita, não conseguem transmitir confiança aos portugueses.

Nota da entrevista: 8 valores


Opinião


Multimédia

Quase ninguém ficou em casa

Foi num 25 de Abril como o deste sábado, mas há 40 anos e numa liberdade então recentemente tomada: a 25 de Abril de 1975, Portugal testemunhou as primeiras eleições livres e universais após quase meio século de ditadura. Estas são as histórias, os retratos, os apelos e as memórias de um tempo que mudou o rosto do país.

Edwin. O rapaz que aprendeu a sonhar

O que Edwin sabia sobre a vida era sobreviver. Na cabeça dele não cabiam sonhos e os dias eram passados à procura de comida para ele e para a mãe e para o irmão. A fome espreitava nos cantos da barraca de palha no Quénia e ele escondia-se dela como podia - chupar as pedras era uma forma de a enganar. Mas a sorte dele mudou porque alguém viu nele outra coisa. E tudo começou numa dança. Agora, os mesmos dedos que agarravam as pedras tocam hoje teclas de um piano Bechstein. E os pés dele já não estão nus mas calçados. Com chuteiras. Primeiro no Benfica, agora no Estoril, o miúdo de 15 anos que fala como gente grande descobriu que tinha um sonho: ser futebolista. Como Drogba.

26 mil esferográficas, 14 mil urnas e 760 quilos de lacre. Os números de uma eleição histórica

Mais de mil caixas de lacre foram usadas pelas secções de voto que por todo o país, no dia 25 de abril de 1975, recolheram os boletins de milhões de eleitores. O Expresso percorreu os quatro mapas de despesas das eleições para a Assembleia Constituinte, elaborados pelo STAP, para saber quanto dinheiro esteve envolvido, onde e como foi gasto. Cada valor em escudos foi convertido para euros a preços correntes, tendo em conta a inflação. 

Todas as ilhas têm a sua nuvem

Raul Brandão chamou-lhe 'A Ilha Branca'. Como viajante digo que tem um verde diferente das outras oito que com ela formam o arquipélago dos Açores. É tenra, mansa, repousante e simultaneamente desafiante. Esconde segredos como a lenda da Maria Encantada e um vulcão florestado a meio do século passado que nos transporta para uma dimensão sulfurosa e mágica. Obrigatória para projetos de férias de natureza.

Em três quartos de hora não se esquece só a idade. "Esquece-se o mundo"

Maria do Céu dá três voltas ao lar sempre que pode. Edviges vai a todos os velórios, faz hidroginástica e sopas de letras. António dá um apoio na Igreja e nos escuteiros. Tudo é uma ajuda para passar os dias quando se tornam todos iguais. No Pinhal Interior Sul, a região mais envelhecida da União Europeia, quase um terço da população tem mais de 65 anos. Os mais velhos ficaram, os mais novos partiram.

Profissão: Sniper

O Expresso foi ver como são selecionados, que armas usam, para que missões estão preparados os snipers da Força de Operações Especiais do Exército. São uma elite dentro da elite. Um pelotão restrito. Anónimo. Treinam diariamente com um único objetivo: eliminar um alvo à primeira, mesmo que esteja a centenas de metros. Humano ou material. Sem dramas morais, dizem.

Xarém com conquilhas

Especialista em pratos de confeção acessível, com ingredientes ao alcance de qualquer pessoa, Tiger escolheu a gastronomia como forma de estar na vida. Veja, confecione, desfrute e impressione com esta nova receita.

O que se passa dentro da cabeça dele

O que leva um tipo a quem iam amputando uma perna a regressar ao sítio onde os ossos se desfizeram, uma e outra vez, e testar os limites do seu corpo? Resposta: a busca pelo salto perfeito, que ele diz existir dentro dele e que ele encontrará mais dia menos dia. É a fé e a confiança que o movem e o levam a pular para lá do que é exigido a um campeão olímpico e mundial que não tem mais nada a provar a ninguém - a não ser a ele próprio. Este é um trabalho que publicámos em agosto de 2014, quando o saltador se preparava para os Europeus e falava das metas que tinha traçado para 2015 e 2016: mostrar que não estava acabado. Sete meses depois, provou-o no Europeu de pista coberta em Praga, onde venceu este fim de semana.

Amadeu, que aprendeu o mundo no campo e tinha o coração na ponta dos dedos

Em Portugal, a dedicação à língua mirandesa tem nome próprio: Amadeu Ferreira, o jurista da CMVM que - quando todos diziam que "era uma loucura impossível" - arranjou tempo para traduzir "Os Lusíadas", a "Mensagem", os quatro Evangelhos da Bíblia e ainda duas aventuras do Asterix para uma língua que pertence a um cantinho do nordeste português e é falada por menos de 15 mil pessoas. No final de 2014 deu ao Expresso aquela que viria a ser a sua última entrevista. Morreu no passado domingo e esta quinta-feira foi lançada a sua biografia, "O fio das lembranças", com quase 800 páginas.

Temos 16 imagens que não explicam o mundo, mas que ajudam a compreendê-lo

O júri do World Press Photo queria dar o prémio maior da edição deste ano (e talvez das edição todas) a uma fotografia com "potencial para se tornar icónica". A primeira imagem desta fotogaleria, por ser "esteticamente poderosa" e "revelar humanidade", é o que o júri procurava. A fotografia de um casal homossexual russo, a grande vencedora, é a primeira de 16 imagens de uma seleção onde há Messi desolado, migrantes em condições indignas no Mediterrâneo, a aflição do ébola, mistérios afins e etc - são os contrastes do mundo.

Vamos falar de sexo. Seis portugueses revelam tudo o que lhes dá prazer na cama

Neste primeiro episódio de uma série que vai durar sete semanas, seis entrevistados falam abertamente sobre aquilo que lhes dá mais satisfação na intimidade. Sexo em grupo, sexo na gravidez, prazer sem orgasmo e melhor sexo após a menopausa são alguns dos temas referidos nos testemunhos desta semana. O psiquiatra Francisco Allen Gomes explica ainda a razão de muitas mulheres fingirem o orgasmo. O Expresso e a SIC falaram com 33 portugueses que deram a cara e o testemunho de como são na cama. Ao longo das próximas sete semanas, contamos-lhe tudo.

Elvis. Gostamos ou não gostamos?

Ele não é consensual, mas é incontornável. Dispunha de penteado majestoso e patilha marota, aparentava olhar matador e pose atrevida. E deixou canções: umas fáceis e outras nem tanto, por vezes previsíveis e às vezes inesperadas, ora gentis ora aceleradas. E ele, Elvis, nasceu em janeiro de 1934 - há precisamente 40 anos, ao oitavo dia. Temos quatro textos sobre o artista: Nicolau Santos, Rui Gustavo, Nicolau Pais e João Cândido da Silva explicam o que apreciam, o que toleram e o que não suportam.

A última viagem do navio indesejado

Construído nos Estaleiros de Viana e pensado para fazer a ligação entre ilhas nos Açores, o Atlântida foi recusado pelo Governo Regional por alegadamente não atingir a velocidade pretendida. Contando com os custos associados à dissolução do contrato, o prejuízo ascendeu a 70 milhões de euros. Foi agora comprado a "preço de saldo", para mudar de nome e ser reconvertido num cruzeiro na Amazónia. Fizemos a última viagem do Atlântida e vamos mostrar-lhe os segredos do navio.

Desfile de vedetas

Saiba tudo sobre os modelos concorrentes ao Carro do Ano 2015/Troféu Essilor Volante de Cristal. Conheça o essencial sobre os 20 automóveis participantes nesta iniciativa, da estética, às características técnicas, do preço ao consumo. A apresentação ficará completa no dia 3 de janeiro.


Comentários 19 Comentar
ordenar por:
mais votados
Lápis vernelho
Mais um corrido a 8. O Esteves está implacável.

Seguro tem 50 anos, anda com bandeirinhas e cartazes desde os 14, é o Tozé de Penamacor. exímio jogador de bonecos. Não lhe peçam demasiado.
O seu adversário directo tem perfil similar, só que em vez dos bonecos, dedicou-se às cantorias. Também não lhe peçam muito.

Ambos chegaram ao topo, porque os capazes deixaram o lugar vago. A natureza é avessa ao vazio, já lá diziam os gregos antigos.

Se tiverem alguma utilidade, é dar emprego à corporação de vários Esteves, que vão debitando umas inexistências, porque é impossível fazer existir o inexistente. Esta gente não se move por ideias políticas, aquelas cabeças só pensam na sobrevivência, no poleiro, no poder.

É o que temos, até ver........
Lápis vernelho
Políticos falhos, podem dar boas políticas? Nunca!
Esta coisa da actividade política tem muito que se lhe diga.

Os dirigentes políticos actuais, pensavam que aplicando as premissas que aprenderam nas Jotas dos partidos, era o suficiente para serem vencedores, serem líderes, embora só aprendessem a ser chefes.

A sua actividade política desde a adolescência, tem sido sempre a de chefes: comprando, oferendo, ameaçando, corrompendo, enganando, vendendo, os seus apoios e adversários políticos dentro do partido.

Ao passarem a ser também responsáveis cá fora, nas empresas do estado, nos institutos, nas fundações, nas associações, nos clubes e até nas autarquias, esses iluminados e jovens políticos, ainda conseguiram manter-se como chefes.

Mas, ao passarem para as responsabilidades nacionais (em que já é importante ser líder e prejudicial ser chefe), como dirigentes, tanto no partido como no governo, estes políticos mostram a sua 'raça':
incompetências total e absoluta na forma como gerem os destinos das instituições.

Isto verifica-se quer com a oposição, quer com o governo.

Qual a origem destas características dos nossos políticos?

- A origem só pode ser na total impunidade com que eles atropelam tudo e todos.
A falta de mecanismos jurídicos, sérios e funcionais, para a responsabilização política, é a nossa desgraça e a deles...
Re: Nem mais!
Re: Nem mais!
A ANÁLISE DAS NOTÍCIAS POR UM CIDADÃO INDEPENDENTE
A MELHOR SOLUÇÃO SERIA A CONSTITUIÇÃO DE UM GOVERNO DE SALVAÇÃO NACIONAL. A ANÁLISE DAS NOTÍCIAS POR UM CIDADÃO INDEPENDENTE. LEIAM: opaisquetemos.wordpress.com
Niguém disse que seguro seria a mais segura opção!
Recordemo-nos um pouco…

A nossa cultura, suponho que erradamente, apenas se dignifica por si só, a deliberar sobre questões políticas aquando de confrontos e candidaturas a lideranças, sejam elas de que carácter for.

Em suma, o que deveremos retirar da candidatura, ultima, à liderança do PS, é que em caso de desespero popular e militante, sobra apenas o censo de apoiar quem mais, “isto ou aquilo”, vislumbra.

Recordo-me que, perante António Seguro, militante de base, dono da amabilidade e cordialidade para com a população e militância em geral, era alguém que privilegiava o “aperto de mão”, a proximidade e a comunhão massas.

Certo é, que em sua contranatura, ladeava Francisco Assis, que muitos caracterizavam de pouco comunicativo, pouco “social” e bastante agressivo nas abordagens que fazia, prova dada, e não acredito que mal, no debate entre os dois.

A aposta em Francisco Assis seria uma aposta na postura antítese, sublinhe-se a esmerada prestação do mesmo como deputado no parlamento europeu, e a ética impressionantemente quase perfeita, primando pela sua presença, salvaguardando o seu dever e direitos de outros nos momentos realmente decisivos.

Segundo Francisco Assis, a reflexão dentro do partido, em termos gerais, teria de ser o mais breve possível, contrapondo com afinco o sistema de voto, e consequentemente a democracia em défice, no leito do seu partido.
...
continuação...
Após algum tempo de liderança, e perante vicissitudes não ultrapassadas em termos governamentais, podemos equacionar que não deveremos apenas acordar perante sustos de votação, mas dar atenção ao redor numa continuidade de governação e/ou, noutro campo, partidária.
 
Numa próxima, seria necessário mais "reflexão" lol
SEGURO DE MORTE I
Luís Macedo Martins Pereira
Cronologia
Agora
Professor na empresa Externato Técnico e Liceal de Murça
Vive em Bissen
De Fiolhoso, Vila Real, Portugal
Nasceu a 24 de Novembro de 1954
Sobre

Amigos251
Fotos2

Luxemburgo
Mapa284
Gostos4
Subscrições
Eventos
RELVAS & PORTAS, o mesmo destino: RUA !!!
Relvas & Portas, o mesmo destino: RUA !!! Sei que Pedro Passos Coelho é (se
Notas60
3
Estado
Foto
Local
Evento da vida

Amigos
251 amigos
Ver tudo

Emanuel Teixeira

Rui Fernandes

Sara Macedo

Demetilia Pereira de Sousa

Deolinda Jesus Dias

Manuel Dos Anjos Carvas

Marisa Dos Anjos Macedo

Adilson Da Rocha Ferreira

Luís Macedo Martins Pereira
há 2 minutos
SEGURO DE MORTE !

Caros Compatriotas,

se porventura e por malapata do destino ou sina vossa e de Portugal, um dia o boy António José SEGURO, caudilho do Partido Socialista por deserção dos principais culpados de terem colocado o país na bancarrota, aparecer num boletim de candidato a PM de Portugal, corram a fazer um seguro de vida e a encomendar um caixão, porque a morte é certa.
Esta nulidade política, além de não saber nada de nada, não sabe fazer contas e, mais que isso, declarou com todas as letras e a petulância de um boçal desmiolado que " não vai reparar o mal que foi feito ao país " , pelo seu predecessor na cátedra xuxalista, o prendiz de feiticeiro das novas fronteiras, filósofo das novas oportunidades, que contraiu dívidas que, por natureza, seriam ...
SEGURO DE MORTE
SEGURO DE MORTE !
Caros Compatriotas,

se porventura e por malapata do destino ou sina vossa e de Portugal, um dia o boy António José SEGURO, caudilho do Partido Socialista por deserção dos principais culpados de terem colocado o país na bancarrota, aparecer num boletim de candidato a PM de Portugal, corram a fazer um seguro de vida e a encomendar um caixão, porque a morte é certa.

Esta nulidade política, além de não saber nada de nada, não sabe fazer contas e, mais que isso, declarou com todas as letras e a petulância de um boçal desmiolado que " não vai reparar o mal que foi feito ao país " , pelo seu predecessor na cátedra xuxalista, o prendiz de feiticeiro das novas fronteiras, filósofo das novas oportunidades, que contraiu dívidas que, por natureza, seriam eternas, mas, afinal, não são e o povo tem que pagar com língua de cão.

Está tudo dito!
O totó SEGURO não passa de um choné que pretende ser o monhé que levará a tugolância ao colapso fatal. O homem é tão imbecil e tão imberbe que só sabe ser eco de ressonância da factulância fecal dos mais disparatados " bitaites " que algum dos seus betinhos mais devotados lhe vão zorrando aos ouvidos.

Com que então o " toUzé " inseguro diz que vai taxar e trair os chulos que criou e a quem encheu os bolsos e o pretérito de milhões de euros que agora fazem falta para a Saúde, a Educação e impedir que a nação morra de fome e não sabe quantos tostões lhe renderá tal " imposto " !
...
SEGURO DE MORTE II
Com que então o " toUzé " inseguro diz que vai taxar e trair os chulos que criou e a quem encheu os bolsos e o pretérito de milhões de euros que agora fazem falta para a Saúde, a Educação e impedir que a nação morra de fome e não sabe quantos tostões lhe renderá tal " imposto " !

Vindo dos impostores e falsários que arruinaram o país, tal medida sópode ser mais uma imposturice, que é uma burrice de imposto ou o imposto dos burros !
Por favor, portugueses, arrangem bem depressa uma maneira de fazer o tempo voltar para trás e livrem-se de vez do Seguro e de todos os pulhas que militam nos partidos ou deles se aproveitam como fundo de comércio.

Se, por capricho do destino, António José Seguro algum dia jurar servir Portugal, como Pantomineiro Mor da pátria, ponham de atalaia todos os padres e as carpideiras da tugolândia, porque o funeral estará para breve, disso tenho a certeza absoluta.

Só não sei se o ajuste de contas entre os traidores e os cúmplices de tal assassinato não começará logo no cemitério, aproveitando-se a cova para enterrar como cão, e antes que a pestilência alastre tal bomba de napal, quem estiver envolvido em tão hediondo crime de lesa-pátria!

Basta ler as páginas das actas governamentais e o registo das " patranhas imorais " para que Justiça seja feita!

Deus salve Portugal

Luís Macedo Martins Pereira - Luxemburgo, 18 de Setembro de 2012.
Re: NADA SEGURO
Aulas de um professor Universitário, com diploma!!
Lembra-me aquela recente que dizia que a família de Sócrates tem 385 milhões em offshores. Não sei nada sobre isso, mas sei que é uma reacção e uma busca desesperada para poder justificar o atual Status Quo!
Dá pena!!
A entrevista!? Nem bem nem mal, antes pelo contrário!!
Patético
Fico parvo como passado mais de 1 ano ainda continuam a perseguir José Sócrates.
Realmente Seguro não vale nada em comparação com ele, não parece saber o que quer, mas daí a achar que está a seguir ordens do antigo chefe, que na sua opinião até veio a Lisboa propositadamente para o instruir, vai uma grande distância. Não sei em que é que se baseia para fazer tal afirmação.
Deixem Sócrates em paz, o estado do país é caótico, mas a culpa não é só dele, mas de todos os partidos que estiveram no poder desde o 25 de Abril, a gastar à labúrdia o dinheiro dos outros, ou melhor, o meu.
Se não tivesse havido problemas por toda a Europa, por todo o mundo, ainda hoje cá estaria o Sócrates, certamente a fazer um melhor trabalho que estes aldrabões e corruptos que neste momento nos governam.
Cresça e apareça!
Re: Patético
Bem
Ao menos o Esteves desancou no PS como desanca no PSD, e bem! O Fox bem tentou mas não conseguiu tratar com igualdade Socretina o Governo laranja.
Onde estão as referência a esta entrevista?
Para além deste comentador, alguém mais deu por esta entrevista?? É que olhando para a imprensa online, ninguém se refere a ela... Das duas uma: ou a imprensa já anda a levar o PS ao colo ou a entrevista não tem realmente nada a assinalar...
Re: Entrevista de Seguro: entre a saudade de José
A mediocridade dos lideres dos partidos é gritante... Não há diferença nenhuma entre estas nodoas todas... estes tipos não sabem fazer nada , são uns autenticos imbecis.... pior do que a divida é termos de paga-la e ainda papar com gajos destes.. nem é preciso um tsunami para arrasar o pais estes gajos encarregam-se disso... que fazer?
de acordo...
concordo plenamente com a crónica. vi a entrevista e achei o seguro uma absoluta nulidade. não disse nada que se pudesse aproveitar. falou sempre em teoria e em nada de concreto. a sociedade portuguesa tem de responder à altura das dificuldades. chega de partidarismos políticos. temos de encontrar uma solução. estes 5 leva-nos à ruína.
Comentários 19 Comentar

Últimas

Receba a nova Newsletter
Ver Exemplo

Pub