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Energias renováveis e obras públicas

Os comentários de João Palma-Ferreira, jornalista do Expresso, no Jornal de Economia da SIC. Em análise, as energias renováveis e as grandes obras públicas, nomeadamente o TGV e o Aeroporto de Alcochete.

10:06 Terça feira, 6 de abril de 2010
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Energias renováveis e obras públicas
Toni 2 (seguir utilizador), 3 pontos (Bem Escrito), 15:39 | Terça feira, 6 de abril de 2010
Se alguns acham que devemos ficar dependentes do petróleo e nas mãos dos Países produtores, que aumentam o seu custo a seu belo prazer, a mim parece-me que uma das maneiras de o fazer descer é precisamente arranjar outras alternativas. Eu nem sequer estou a questionar se neste momento a eólica sai mais cara, mas a continuar assim dentro de algum tempo não tenho duvidas que o preço se irá inverter. Já agora também muito me admira que aqueles que se preocupavam com o facto de o petróleo um dia vir a terminar, estejam agora tão confiantes. No entanto eu sou daqueles que não me repugna o nuclear e acho que o assunto deve ser enfrentado sem complexos e demagogias. Não tenho duvidas que ninguém ambiciona a ter uma Central no seu quintal, mas também não é menos verdade que elas já existem na fronteira com a Espanha e no caso de um acidente não estamos livres do perigo. Estou também convicto que são cada vez mais seguras, mas também é verdade que o acidente pode sempre acontecer. No entanto a vida é já um perigo constante ao qual já estamos habituados. Quanto ao TGV e Aeroporto são duas infraestruturas essenciais à modernização e desenvolvimento do País. Quanto mais tarde forem feitas mas caras serão. Há sacrifícios que vale a pena fazer, desde que possiveis. O Convento de Mafra e os campos de Futebol além de outros, é que me parecem um desperdicio, que não seriam de todo necessários.
 
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Quem é Mira Amaral?
Dunca (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 15:04 | Terça feira, 6 de abril de 2010

Membro dos X, XI e XII Governos, desempenhou os cargos de Ministro do Trabalho e Segurança Social (1985-1987) e Ministro da Indústria e Energia (1987-1995). Foi deputado à Assembleia da República, a partir de 1995.

Em suma, um ministro PSD: as suas opiniões de opositor são suspeitíssimas, e, por isto, valem o que valem: NADA.

Agora, quanto às energias de origem eólica não me parece ser um mau negócio já que estamos em muito boa companhia, vejamos:

“Em Fevereiro de 2010 Portugal ocupa o sexto lugar no ranking europeu e o nono no mundial de potência instalada com 3.535 MW.

A Alemanha e a Espanha lideram a potência instalada europeia, com 25.104 e 19.149 MW, sendo o total da União Europeia de 74,767 MW.

A nível mundial, os 3.535 MW de potência cumulativa portuguesa representam 2,2 por cento do total, numa tabela liderada pelos Estados Unidos com 22,3 por cento (35.159 MW), seguidos pela China (25.777 MW, 16,3%).”

Como podemos ver pelos números Espanha e Alemanha estão a investir em energias eólicas, aproximadamente, na mesma proporção do que Portugal.

  E, é oportuno dizer:

“O custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos anos. Em 2005 o custo da energia eólica era cerca de um quinto do que custava no final dos anos 1990, e essa queda de custos deve continuar com a ascensão da tecnologia de produção de grandes aerogeradores."

Como sempre, em Portugal, o que se faz é opinar em cima dos joelhos, e, por certo, com muita demagogia.
 
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Atenção à relação custo/benefício.
enigmático51 (seguir utilizador), 1 ponto , 12:19 | Terça feira, 6 de abril de 2010

À semelhança do que foi o embuste do CO2 antropogénico, sua falsa causalidade com pretenso aquecimento global, cada vez mais desmentido, há uma certa “religião verde” que nos anda a tentar vender gato por lebre.

As duas electricidades mais competitivas são a de origem nuclear e a de origem hídrica. Todas as outras só são viáveis através de subsídios.

Barack Obama já mostrou o seu realismo político ao reactivar a produção de energia nuclear nos USA. Portugal desde os tempos de Veiga Simão, em 1973, desenvolveu um centro de investigação de energia nuclear que só não tem contribuído para a sua instalação em Portugal por motivos políticos.

Interessante é que os que aqui se opõem ao nuclear, são paradoxalmente defensores de que o Irão o desenvolva. Será que o Irão é mais pacifista que Portugal?!...

De facto precisamos de desconfiar de certas angélicas intenções de ambientalistas de gabinete e de cidade. Eles quase nunca vivem em contacto com a Natureza, quando a esta vêm é com TV atrás para o espectáculo.

Contudo a troco de uma pretensa defesa deste constroem grandes falsificações científicas, financiadas por indústrias emergentes que querem vender suas tecnologias, que só oneram o défice público, pois essas pretensas soluções só reclamam, para sobreviverem, grandes subsídios estatais.

É hora de dizer que o rei vai nu! Fazer-se bem as contas do custo/benefício, desconfiar de pretensas soluções, ditas amigas do ambiente, que escondem outros interesses.
 
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    Re: Atenção à relação custo/benefício.    Ver comentário
Alberto Lopes (seguir utilizador), 1 ponto , 13:21 | Terça feira, 6 de abril de 2010
    Re: Atenção à relação custo/benefício.    Ver comentário
Nirvana Superior (seguir utilizador), 1 ponto , 0:06 | Quarta feira, 7 de abril de 2010
    Re: Atenção à relação custo/benefício.    Ver comentário
Nirvana Superior (seguir utilizador), 1 ponto , 0:01 | Quarta feira, 7 de abril de 2010
Revolução tecnológica
agridoce lisboa (seguir utilizador), 1 ponto , 11:45 | Quarta feira, 7 de abril de 2010
Portugal foi líder mundial em termos tecnológicos há 500 anos, quando fez a epopeia dos Descobrimentos. Nunca mais estivemos na vanguarda das transformações tecnológicas do Mundo, tendo passado ao largo de muitas delas.
Hoje Portugal volta a estar na linha da frente de uma Revolução Tecnológica e estrutural. O que querem os Velhos do Restelo? Que nós saíamos dessa linha da frente? Será que há gente que só se compraz quando estamos na cauda da Europa em termos de indicadores? Quando estamos na liderança mundial já os deprime?
Pobre gente que insiste em apoucar-nos, que insiste em que sejamos pequenos e medíocres, à sua imagem e semelhança.
 
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Há quem insista em ver o hoje negando-se
antonius09 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:39 | Quarta feira, 7 de abril de 2010
Há quem insista em ver o hoje negando-se a olhar (visualizar) o amanhã!
Hoje estão felizes ao criticar porque estamos a aumentar a produção com base em novas tecnologias que obviamente são mais caras na fase inicial. Amanhã, se lhe derem ouvidos, estarão novamente felizes porque ao disparar o preço dos combustíveis fósseis pela retoma mundial e a assunção do seu lugar dos países em vias de desenvolvimento como a China, Brasil, India, África do Sul, etc, etc, poderão criticar novamente porque Nada foi Feito e a crise era previsível... Sempre incongruentes, sempre infelizes, sempre incapazes...
Não sou contra a energia nuclear acreditando mesmo que a mesma virá a ser necessária durante um período mais ou menos longo de transição, mas a sua implementação que deve ser amplamente debatida, não pode nunca ser feita em contraposição às renováveis. Se se pretende discuti-la essa discussão deve ser feita em relação aos custos previsíveis a médio prazo dos combustíveis fósseis.
 
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Quanto ao TGV apoiava-o, mas só para...
antonius09 (seguir utilizador), 1 ponto , 14:46 | Quarta feira, 7 de abril de 2010
Quanto ao TGV apoiava-o, mas só para passageiros?
Confesso que ainda não vi, preto no branco, que as linhas servirão para aquilo que mais precisamos, o transporte de mercadorias. Se, e quando, concluir que se pretendem fazer investimentos apenas para o transporte de passageiros, serei frontalmente contra. SÓ PARA PASSAGEIROS? NÃO, NUNCA!
 
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