Todos os dias os portugueses são assaltados (literalmente) com notícias desmotivadoras e dececionantes como escândalos de corrupção e compadrio, aumento de impostos, interesses de grupos a dominar o Estado, cortes salariais e de subsídios, aumento do custo de transportes públicos, entre outros. Enfim, os muito ricos continuam muito ricos (ou até mais) e o resto das classes sociais descem, pelo menos, um andar, cada vez mais anoréticos apesar da fome, cada vez mais esganados e sem perspetivas de um balão de ar fresco.
Assim, começamos um novo ano sem grandes expectativas. Contudo, temos duas opções extremas: ou nos deixamos cair em depressão profunda que só nos leva à ociosidade, ou atuamos e nos automotivamos, porque, se não o fizermos, ninguém o vai fazer por nós.
Em situação de crise descobrimos que a nossa capacidade de nos reinventarmos e de superarmos momentos agoniantes vai além do que imaginávamos. Muitas vezes até descobrimos vantagens competitivas que nem sabíamos que tínhamos. Apesar de ser cliché, a criatividade e a proatividade são fundamentais para sobrevivermos e, quem supera uma crise, torna-se mais forte.
A busca de soluções criativas não é uma opção, é uma obrigação. Foi o que fez o Grupo Natura IMB Hotels que, com a aplicação de portagens nas SCUT, resolveu compensar as desvantagens recentemente criadas aos seus clientes, criando valor para ambas as partes. Desta forma, pagam as portagens aos turistas que escolhem a Serra da Estrela como destino durante todo o ano. O reembolso do valor das portagens é feito à chegada, através de um cheque oferta a descontar em futuras estadias.
Se a palavra do ano é "austeridade", a palavra "empreendedorismo" não lhe pode ficar atrás.