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Empreendedores de rua...

Durante as nossas férias paramos para admirar os artistas de rua, ao contrário dos dias de trabalho em que passamos por eles apressados e sem olhar. Nas férias temos tempo, paramos, admiramos e retribuímos com o que se pode.
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Os artistas de rua são muitas vezes descriminados e desvalorizados e, raramente paramos para pensar que são também empreendedores e empresários deles próprios.

Além disso, prestam um serviço gratuitamente a quem passa, expõe-se publicamente, divertem e agradam as pessoas sempre com um sorriso na cara.

Podem-se encontrar vários artistas de rua do Norte ao Sul de Portugal, quase sempre à noite no verão e durante o dia no Inverno, à nossa espera, à espera de ganharem dinheiro dignamente com o seu trabalho. Podem se retratistas, pintores de caricaturas, personagens de filmes, mimos, atores, músicos e cantores, estátuas humanas, podem fazer tatuagens em henna, teatro, artesanato e esculturas de areia...

Uma discreta exposição de verdadeiros artistas e obras disponíveis a quem passa, sem barreiras, misturados entre os edifícios, pessoas, bares e restaurantes, sons, odores e luzes sobre um magnífico tapete de calçada Portuguesa. Podem ter feito um investimento inferior a 50 euros na sua empresa mas, não há dúvida que são pessoas empreendedoras


Opinião


Multimédia

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Voámos num F-16

Um piloto da Força Aérea voou com uma câmara GoPro do Expresso e temos imagens inéditas e exclusivas para lhe mostrar num trabalho multimédia.

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Por faróis nunca dantes navegados

São a salvaguarda dos navegantes, a luz que tranquiliza o mar. Há 48 faróis em Portugal continental e nas ilhas. Este é um acontecimento único: todos os faróis e 1830 km de costa disponíveis num mesmo trabalho. Para entendê-los e vê-los, basta navegar neste artigo.

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No Porto de Manaus não há barcos, mas autocarros bíblicos que caminham sobre água. Têm vários andares e estão cheios de camas de rede que parecem casulos onde homens, mulheres e crianças aguardam o destino. E há gente a vender o que houver e tiver de ser junto ao Porto. "Como há Copa, tem por aí muito gringo que vem ter com 'nóis'. E então fica mais fácil vender"

O adeus de Lobo Antunes às aulas de medicina

O neurocirurgião deu terça-feira a sua "Última Lição" no auditório do Instituto de Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, na véspera de deixar o seu trabalho no serviço nacional de saúde.

Jaguar volta a fabricar desportivo dos anos 60

Até ao verão será fabricado um número limitado de desportivos Jaguar E-Type Lightweight, seguindo todas as especificações originais, incluindo a continuação do número de série das unidades produzidas em 1963.

"Naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas"

Mais do que uma manifestação, o 'primeiro' 1º de Maio é recordado como a grande festa da Revolução dos Cravos, quando o povo saiu às ruas em massa e a união das esquerdas era um sonho possível. "O 1º de Maio seria mais uma primeira coisa, porque naquela altura estavam continuamente a acontecer primeiras coisas." Foi há 40 anos.

Este trabalho não foi visado por qualquer comissão de censura

Aquilo que hoje é uma expressão anacrónica estava em relevo na primeira página do "República", a 25 de Abril de 1974: "Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura". Quarenta anos depois da Revolução, veja os jornais, ouça os sons e compreenda como decorreu o "dia inicial inteiro e limpo", como lhe chamou Sophia. O Expresso falou ainda com cinco gerações de 40 anos e percorreu a "geografia" das Ruas 25 de Abril de todo o país, falando com quem lá mora. Veja a reportagem multimédia.


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Edição Diária 17.Abr.2014

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