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Educação: 83% dos professores classificados com Bom

Os docentes com avaliação de Bom que não tiverem vagas, assumem prioridade no ano seguinte, a seguir aos classificados com Muito Bom e Excelente, disse Isabel Alçada.

19:05 Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
A ministra da Educação revelou hoje que 83% dos professores foram classificados com Bom no último ano lectivo e que por isso os docentes com melhores notas devem ser distinguidos com uma progressão mais rápida na carreira.  
 
Para Isabel Alçada, este número elevado de classificados com Bom explica-se com "a tradição da atribuição desta nota aos docentes por parte de quem avalia", acrescentando que "houve menos de 0,5% de classificações com a nota regular ou insuficiente".  
 
"Estes dados também explicam a nossa intenção de distinguir os professores que obtenham Muito Bom e Excelente com uma progressão mais rápida" na carreira, destacou a ministra, que falava aos jornalistas em Castelo Branco.  
 
Governo e sindicatos realizam quinta-feira aquela que deverá ser a última ronda negocial para a revisão do estatuto da carreira e da avaliação docente, depois de terem falhado um acordo na semana passada.   
 
No centro da discórdia está, sobretudo, a progressão dos professores classificados com Bom. Segundo a proposta do ministério, nem todos aqueles que conseguirem esta nota poderão aceder ao topo da carreira, ficando dependentes da existência de vagas.  

Ministra espera sucesso nas negociações


 
A ministra disse hoje estar esperançada no sucesso das negociações de quinta-feira: "Tem havido sucessivas aproximações entre as nossas propostas e aquilo que as organizações sindicais nos têm feito chegar e que consideram ser importante para o estatuto da carreira docente e para a avaliação".
 
Isabel Alçada afirmou que "em relação ao sistema de avaliação, o modelo está praticamente aceite", mas no que respeita ao estatuto da carreira há "ainda algumas propostas a apresentar".   
 
A ministra disse esperar que "as organizações sindicais também façam uma aproximação" à proposta do Governo, considerando que o Ministério apresentou aos representantes dos docentes um projecto equilibrado, "que vai ao encontro daquilo que é uma carreira boa para os professores e que está equilibrada com as outras carreiras da função pública".  
 
"Estamos convictos de que se os professores analisarem bem a nossa proposta a vão aceitar", sublinhou. 
 
Na semana passada, o Ministério da Educação enviou uma proposta de acordo aos sindicatos em que elimina a divisão da carreira docente em duas categorias hierarquizadas, mas introduz uma fixação anual de vagas no acesso ao 3.º, 5.º e 7.º escalões da carreira.   

"Todos os professores podem chegar ao topo"



Quanto aos docentes avaliados com Bom, mas que por falta de vagas não consigam aceder àqueles escalões, terão prioridade no ano seguinte, "imediatamente a seguir" aos classificados com Muito Bom e Excelente, que progridem independentemente da existência de lugar.  
 
No final da última ronda negocial, Isabel Alçada reiterou que nem todos os professores que entram na carreira poderão chegar ao topo, para justificar a introdução de vagas para os professores com Bom: "Não podemos ter a expectativa de que todos os professores que entram na carreira docente chegam ao topo, não acontece em nenhuma carreira e na carreira docente seria uma situação de excepção, de injustiça relativa".  
 
Caso não haja acordo esta semana, Isabel Alçada diz não temer a contestação dos professores: "Pode-se sempre trabalhar com serenidade. A relação entre o Ministério e os sindicatos deve ser sempre feita pela via do diálogo e não de uma forma conflitual".   
 
Em Castelo Branco, a ministra visitou o Projecto Piloto do Plano Tecnológico da Secundária Amato Lusitano e lançou a primeira pedra da escola EB 2/3 Afonso de Paiva, que custará quatro milhões de euros e resulta de um protocolo entre o Governo e a autarquia local. A obra estará concluída em Setembro e servirá 700 alunos e 80 docentes.   
 
"São as autarquias que estão perto dos cidadãos e que sabem, melhor do que ninguém, apresentar soluções para os problemas", disse Isabel Alçada.
 
Já o presidente da Câmara de Castelo Branco, Joaquim Morão, sublinhou o forte investimento que está a ser feito no concelho no sector da Educação, com a construção de seis centros educativos, duas novas escolas (Castelo Branco e Alcains) e a recuperação das secundárias Nuno Álvares e Amato Lusitano.
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83% ?!
Jotaquêj (seguir utilizador), 2 pontos (Interessante), 19:58 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
Era um sistema tão temido e tão odiado e afinal quase só produziu "Bons" .
Não tarda vamos assistir a manifs grandiosas para impedir que mexam no tal sistema.
 
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Educação 83% dos professores com Bom
Toni 2 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:08 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
Que me lembre nunca um Ministro da Educação resistiu sem contestação mais do que seis meses, mesmo que para tal não tivesse feito nada. Já se ouvem vozes que esta é pior que a anterior, só porque quer continuar uma reforma que apesar de impopular é necessária. Disse-o aqui que a carreira de docente nunca mais seria a mesma. Não me enganei e todos os que tinham ilusões podem tirar o cavalinho da chuva. Não está correcta a historia que aqui já contei mais que uma vez dos macacos, das refeições e das bananas. É que nessa embora as refeições fossem mais e as bananas as mesmas, na proxima pode haver menos de umas e outras. Ouve quem me insultasse como se tudo fosse má vontade minha, ou eu tivesse algum voto na matéria. As pessoas têm de compreender um princípio, que ninguém pode distribuir o que não tem. Não é mais possivel os funcionário públicos consumirem uma percentagem tão elevada de recursos. Como se costuma dizer o burro do moleiro não aguenta tamanha carga. Os impostos têm de baixar e não criámos riqueza para tais benesses, quando todos sabemos o que está a acontecer com a falência de Emprezas e os ordenados dos funcionários das mesmas.
 
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    Re: Educação 83% dos professores com Bom    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 20:27 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
83% com Bom???
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 20:29 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
E tanta iletracia no país?

E tanto horror à Matemática?
Tantos erros de Língua Portuguesa, tanta ignorância em Ciências, História etc?

Tantos manuais escolares - escritos por professores - cheios de erros?

Não admira que não quisessem ser avaliados...
 
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    Re: 83% com Bom???    Ver comentário
Despenteado (seguir utilizador), 1 ponto , 3:49 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
    Re: 83% com Bom???    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 16:06 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
Professores
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:32 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
Nada me move contra os professores. Muito pelo contrário.
É uma profissão que deve merecer o respeito de todos.
Só acho estranho, que os professores classifiquem as provas dos alunos como mau, medíocre, bom , muito bom e excelente.
E a eles, a pior classificação é BOM !
Como é que isto é possível ?
Alguém me sabe explicar ?
Não há professores maus, e que não têem qualquer vocação para o ensino ?
Eu, conheço muitos, assim como excelentes professores.
Mas deve haver um motivo para as classificações em causa...
 
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    Re: Professores    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 20:49 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
    Re: Professores    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 3:33 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
    Re: Professores    Ver comentário
ANO1933 (seguir utilizador), 2 pontos , 10:23 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
Finalmente
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 21:45 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010

... a máscara caiu: o que é verdadeiramente admirável é que não tenham sido todos classificados com "excelente"!

Esta "classificação" é eloquente da viciação do processo de avaliação que os sindicatos, especialmente a Fenprof, pretendem ver aprovado e implementado!

Não há nenhuma profissão que apresente índices tão elevados de "qualificação", especialmente com a classificação de "bom", como aparentemente há na dos professores!

Em parte nenhuma do Mundo!

Este número, por si só é bem revelador de duas possíveis hipóteses:

1. Ou os professores são manifestamente incapazes de proceder a avaliações, o que é relevantemente grave porque a sua vida consiste em transmitir conhecimento e proceder a avaliação de alunos, ou;

2. O nível de avaliação que os professores fazem corresponder a "bom" está em linha com a imposição do Ministério para a avaliação dos alunos, com vista à obtenção de resultados estatísticos que somente pretendem mascara a realidade, pelo que poderemos estar aqui em presença de um processo de "vingança", o que também não é muito dignificante!

Perante isto, meus senhores, ou corrigem a agulha e passam a fazer avaliações sérias e credíveis, ou não poderão contar com o apoio da população, independentemente de virem para a rua aos milhares e mais do que uma vez por ano!

É que o dito "povo", já está pelos cabelos com tanta "qualificação" e tanta exigência sindical!

Cumpts
 
 
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A culpa não é dos professores
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 2 pontos , 22:19 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
Comecei a minha vida profissional num estabelecimento público. Ainda era técnico superior estagiário e pediram-me para "avaliar" a funcionária administrativa que trabalhava comigo. Consultei a sua última avaliação e constatei que a senhora tinha "Excelente" e que dos 10 itens que tinha de preencher, de 1 a 10, ela tinha tido nove dez e um nove! Bom, apesar de ser novo não era muito ingénuo. Apesar de achar a coisa um exagero, depressa fui elucidado que em todo o estabelecimento, com cerca de 2 mil funcionários (nenhum deles professor) as notas só iam de Bom a Excelente, com predominância de Muito Bons e Excelentes! A rapariga era apenas um de entre muitos excelentes que entravam às nove, saíam às 17 e faziam o seu serviço de forma banalíssima... Dei-lhe um Excelente, claro está...
Minhas senhoras e senhoras, em toda a Funcão Pública Portuguesa, só há de Bom para cima! Os professores até, se calhar, são dos menos bem avaliados que existem! Sór por desconhecimento ou má-fé é que se pode erigi-los (como aos juízes) em exemplo de má avaliação! Todos os grupos profissionais públicos deste país são "excelentes", "muito bons" e "bons". Médicos, militares, técnicos superiores, técnicos administrativos, auxiliares, etc, etc, etc, etc!!!! Deixem lá os professores em paz que desta grandessíssima treta que é a avaliação na função pública eles não têm culpa nenhuma. A desbunda é muita mas, que eu saiba, nenhum funcionário dá notas a si mesmo!!!!
 
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    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 23:02 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 2 pontos , 10:35 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
Clockmaker (seguir utilizador), 1 ponto , 23:41 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 2 pontos , 10:36 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 10:52 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores ...    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 16:26 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores ...    Ver comentário
António Da Rocha (seguir utilizador), 2 pontos , 21:50 | Sábado, 9 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores ...    Ver comentário
aguafria (seguir utilizador), 1 ponto , 13:44 | Domingo, 10 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores(a culpa é do 25    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 3:24 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 22:36 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
NãoHáInocentes (seguir utilizador), 2 pontos , 13:41 | Sexta feira, 8 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 14:57 | Sexta feira, 8 de janeiro de 2010
    Re: A culpa não é dos professores    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 21:15 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
Ensino Superior
odagrom (seguir utilizador), 2 pontos (Bem Escrito), 7:21 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
Os professores do secundário reclamam para si um sistema mais benevolente que a restante função pública e, pior ainda, bastante injusto comparado com o do ensino superior.

No ensino superior há apenas 3 categorias: auxiliar, associado e catedrático. Cada universidade tem um quadro limitado para cada categoria e em pirâmide (tipo 30, 20, 10). Só quando se liberta uma vaga (reforma, morte ou demissão de um docente) em alguma das categorias é que se abre um concurso para a categoria abaixo. Quando se abre concurso pode concorrer um professor ou investigador de qualquer outra instituição do país.

Resumindo: um professor do superior pode ter um BOM desempenho e nunca passar de auxiliar a vida toda (só os EXCELENTES chegam a catedráticos). Onde é que os professores do secundário acham mesmo que o sistema proposto pelo Ministério da Educação é injusto?... Querem é fazer o mínimo e chegar todos ao topo da carreira como até aqui :-(
 
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    Re: Ensino Superior    Ver comentário
VISCOPE (seguir utilizador), 1 ponto , 10:38 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
    Re: Ensino Superior    Ver comentário
Maria Portuguesa (seguir utilizador), 1 ponto , 21:19 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
Vicios com mais de 30 anos
fumarola (seguir utilizador), 1 ponto , 19:29 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
O problema é que estes 83% de Srs. querem progredirem rapidamente, tal e qual os excelentes e muito bons. Esta é que a verdadeira razão para greves!
 
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Como??????
caprylm56 (seguir utilizador), 1 ponto , 20:24 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
83% de professores com bom, boa média ?
Se avaliassemos o governo era de 83% de mediocre!
 
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Bons? Boníssimos!
Caldeiradas (seguir utilizador), 1 ponto , 20:39 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
Esta de 83%dos professores serem classificados de Bons e de a Educação ser classificada como má é um mistério da interpretação.
Há uns anos, um agricultor, referindo-se à sua junta de bois, para a vender, dizia: Os bois são bons, a junta é que não presta.
Com a educação passa-se o mesmo que com a justiça: os juízes são todos (salvo misteriosas excepções) Excelentes e Muito Bons, a Justiça é que é Má.
A resposta óbvia dos sindicatos é que a culpa é do governo. Dos sucessivos governos. Mas ao comum dos mortais custa a acreditar que em trinta e cinco anos de bons professores e bons juízes nunca tenha surgido um ministro da educação, ou da justiça capaz de aproveitar a excelência dos seus executantes, já não digo para termos uma educação e uma justiça ao nível da sua excelência, mas apenas a uma justiça e uma educação assim assim, razoável.
Acontece ainda que a maioria dos ministros da educação são e foram professores e a maioria dos ministros da justiça foram e são advogados. Gente do meio, portanto. Ora nunca desse meio saiu alguém capaz de aproveitar a excelência dos professores, nem dos juízes. Que raio de mistério!
Os sindicatos das corporações de professores e juízes, sempre tão lestos a denunciar e a analisar causas e consequencias do que corre mal não podiam dar-se ao incómodo de explicar aos cidadãos esta discrepância. É que pagamos a professores e juízes como produto de primeira quqlidade - filet mignon - e o que nos calha no prata é uma refeição intragável.
 
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A Educação do nosso descontentamento.
PIANINHO (seguir utilizador), 1 ponto , 22:38 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
Quem é que pode acreditar, que este ano lectivo no ensino público, na avaliação de professores só ...

... "houve menos de 0,5% de classificações com a nota regular ou insuficiente".

É incrível, como é que é possível que esta classe profissional se julgue o super sumo, a elite, o máximo da sociedade portuguesa (83% de Bons) em total contradição com os resultados obtidos com a grande maioria dos alunos que são por si ensinados.

Quem é que acredita nesta gente, que tem o desplante e a pouca vergonha de contribuir para tão mau ensino e se auto intitula com classificações na avaliação, com elevado nível de classificação.

Estes dados que vieram a público, são a prova insofismável das fortes razões que levam professores e
sindicatos a lutarem até às últimas consequências, para NÃO TEREM UM AVALIAÇÃO RIGOROSA, com exigências e objectivos concretos, que certifiquem com seriedade as qualidades efectivas e o valor de cada docente.

Pobre educação deste país e infelizes alunos, que tem profissionais de tão elevada craveira, conforme sua autoavaliação, e não saibam transmitir os seus profundos conhecimentos.

Este corporativismo desregrado, apoiado em sindicatos partidarizados, resulta num caldo de “competentes“, que só podem criar gerações de falhados, quando tiverem a necessidade de aplicar o que não lhe foi transmitido, quando trabalharem.

Depois admiram-se da nossa Educação aparecer nos lugares de mais baixo nível da EU.

Que tristeza, sem solução à vista. ...
 
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    Re: A Educação do nosso descontentamento.    Ver comentário
makiavel (seguir utilizador), 2 pontos , 22:53 | Quarta feira, 6 de janeiro de 2010
    Re: A Educação do nosso descontentamento.    Ver comentário
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 3:27 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
QUEREM FAZER OMOLETES SEM OVOS.??AS ELITES ESTUDEM
Tibiriçá.... (seguir utilizador), 1 ponto , 3:45 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
Num país;em que ainda existe uma mentalidade á maneira feudal;pois ainda temos mais de 50% ou mais de analfabetos e semianalfabetos..Então querem fazer omoletes sem ovos...????É preciso que portugal aprenda com os países mais avançados da nossa UE;e que vão lá os políticos;e não vão lá só para passear e gozar;á rica e á francesa..OUVIRAM ELITES...???e donos do poder..??Então é hora de irem lá á nossa europa da UE;Mas eu atté lhes recomendo;como é na frança;por exemplo;como fazem lá na alemanha;ou na suiça;ou na holanda;ou na bélgica;ou na inglaterra..E aprendam a seguir o bom caminhodesses países;que estão anos luz á frente de portugal;e principalmente das nossas castas de dirigentes incompetentes;e outras coisas mais;que aqui nem os quero classificar..Se o povo for dar lassificação aos nosso dirrigentes;gostaria de saber;e ver..Aí os dirigentes iriam saber como é que um povo iria ensianr as nossas elites a começarem a seguir outros caminhos;que não os que têm seguido ao longo da nossa história..ATÉ QUANDO..???CUMPS..KANTIFLAS.
 
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A culpa não é dos professores.
terenadeze (seguir utilizador), 1 ponto , 11:26 | Quinta feira, 7 de janeiro de 2010
Não fico surpreendido por 83% dos professores terem nota de Bom e apenas 0.5% terem uma nota inferior ou negativa. Acho que esta classificação é o espelho da competência dos profissionais para exercerem a sua profissão seja qual for a actividade. Nos privados não há numeros mas não deveriam ser muito diferentes. O problema é a dificuldade em banir os poucos imcompetentes e incapazes do sistema, os 0.5%. Somos pouco rigorosos. Não gostamos de "estragar" a vida a ninguém .Damos sempre mais uma oportunidade que não é aproveitada. Pensamos: se ele sempre foi assim porquê eu a metê-lo na rua. É uma cultura de falta de afirmação de poder, de receio da confrontação e do medo do conflito. É esta cultura de gestão que desmotiva o resto dos profissionais. Porque todos gostamos de ganhar mais pois é para isso que trabalhamos.
 
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