O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, negou hoje qualquer interferência direta ou indireta do Governo nas recentes escolhas para os órgãos da EDP.
"Gostava de esclarecer, porque o não pude fazer pessoalmente ainda, que o Governo não interferiu nem direta nem indiretamente nas escolhas que os acionistas privados da EDP fizeram para o futuro Conselho Geral e de Supervisão ou para o Conselho de Administração", afirmou Passos Coelho, durante uma conferência promovida pelo Diário de Notícias, em Lisboa.
O primeiro-ministro acrescentou que fez saber ao novo acionista da EDP, a empresa chinesa Three Gorges, que "ninguém, mas ninguém, se poderia apresentar alegando o patrocínio do Governo para qualquer lugar".
O antigo ministro das Finanças Eduardo Catroga foi proposto para presidente do Conselho Geral e de Supervisão da EDP. Celeste Cardona, Paulo Teixeira Pinto e Ilídio de Pinho também fazem parte da lista das 23 pessoas propostas para integrarem esse órgão.
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