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Ricardo Vilhena, Filipa Grenho, Carlos Silva, Luís Rosado e Paulo Rosa, da equipa Predict by Chronopost

A equipa Predict by Chronopost encara a participação no Global Management Challenge 2016 como uma oportunidade de desenvolver competências na área da estratégia e gestão.

Filipa Grenho, Ricardo Vilhena, Paulo Rosa, Luís Rosado e Carlos Silva, com idades entre os 27 e 49 anos e formação nas áreas de gestão, recursos humanos, sistemas de informação e economia, integram a equipa Predict by Chronopost. Contam que esta é a sua primeira participação no Global Management Challenge e que foram desafiados pela empresa em que trabalham a participar neste desafio.

Depois de uma fase de trainee um pouco complicada, ultrapassaram a primeira volta e estão a competir na segunda volta que agora se iniciou. Filipa Grenho, chefe da equipa revela que "esta prova é uma excelente oportunidade para desenvolvermos diversas competências, nomeadamente ao nível da melhoria de conhecimentos de estratégia e gestão, liderança, tomada de decisão e, claro, o trabalho em equipa". Presentes na segunda volta, querem agora chegar à final nacional e representar Portugal na final internacional que se realiza em abril do próximo ano, no Qatar.

Para Filipa Grenho e os seus colegas de equipa o Global Management Challenge "é uma oportunidade clara de formação". Acrescenta que agora entendem como é importante "analisar bem o histórico do mercado, definir logo de início qual a estratégia a seguir, planear as decisões seguintes de forma estratégica, analisar o que influencia cada decisão e saber retirar conclusões, analisar detalhadamente a concorrência, gerir de forma eficiente o capital humano, planear estrategicamente os investimentos em marketing e comunicação e saber reunir consenso nas tomadas de decisão".

Pelo que aprenderam até aqui os elementos desta formação recomendam-na a outros quadros. "É uma experiência muito rica para melhorar competências, quer na vertente técnica, quer na comportamental. É também um exercício de 'team building', pelo fato de não termos que tomar apenas decisões no conforto das nossas áreas de competência técnica, mas sim a um nível de topo e de forma transversal na empresa", finaliza Filipa Grenho.