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Um estudante e dois quadros falam do método de tomada de decisão das suas equipas na segunda volta do Global Management Challenge 2015.

A segunda volta desta competição organizada há 36 anos pelo Expresso e a SDG está a mais de meio, com a tomada esta semana da terceira decisão. As 64 equipas em prova têm apenas mais duas semanas para mostrarem o seu valor. Nuno Mourão, Rafael Santos e António Agostinho, explicam como tem sido o trabalho conjunto desenvolvido neste desafio.

Nuno Mourão integra uma formação de trainees da Portugal Telecom, a Les PT Casseroletes. Conta que nesta volta começaram por analisar as equipas do seu grupo, depois o histórico da empresa, para saberem com que cenário estavam a lidar. "Ao longo da semana analisamos o que temos pela frente e reunimos à segunda-feira como se fosse um concelho de administração em que cada elemento mostra a informação que recolheu e dá a sua opinião sobre o que acha correto fazer. Depois é submetida a decisão a tomar", explica assim Nuno Mourão a forma de funcionar da sua equipa.

Já Rafael Santos, estudante e membro da formação mista Indrasistemas Equilibrium, revela que em termos de estratégia têm optado por tomar decisões de longo prazo. Até aqui comenta que a mistura entre quadros e estudantes tem sido boa, uma vez que garante multidisciplinariedade o que pode ter um efeito positivo no desempenho.

Quadro do Banco Popular, António Agostinho integra a equipa Popular-Wings4change. Juntam-se uma vez por semana, depois de analisarem os relatórios e resultados obtidos. A reunião ocorre à segunda para que ainda tenham a terça de manhã, para se necessário, mudarem de ideias. Num balanço da participação, António Agostinho afirma que "o Global Management Challenge é um jogo enriquecedor que nos motiva a chegarmos o mais longe possível".