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Um desafio global

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República Checa, França, Índia, China e Macau, são alguns dos pontos do globo onde o Global Management Challenge se realiza. Participantes destas paragens dão a sua opinião sobre esta iniciativa portuguesa.

Tomás Petrák liderou a equipa da República Checa que participou na última final internacional do Global Management Challenge. O seu país foi o anfitrião deste evento que considerou ter sido muito competitivo. “Nesta fase é difícil tomar decisões, porque todos os competidores são muitos bons, uma vez que se qualificaram para a final internacional”, afirmou. Também Olga Demina, chefe da equipa francesa, avaliava as equipas da final internacional como muito fortes. Numa apreciação da prova em si, referiu que “se aprende a ser um bom gestor, obtemos novas competências e verificamos como é a vida real”.

Aakash Sethi, da Índia, esteve com a sua equipa a participar pela segunda vez consecutiva numa final internacional. Dizia na finalíssima que desta vez entendia melhor esta competição de estratégia e gestão “onde se aprende algo todos os dias”.

A representar a equipa chinesa na final internacional, Long Fangzheng referiu que “estava a ser uma finalíssima difícil, com todas as equipas a quererem ganhar”. Já Io Sio Fing, líder da formação de Macau explicava na final que estavam a dar o seu melhor e que “no Global Management Challenge aprendem-se estratégias, o jogo faz-nos pensar de forma mais lógica e melhora as nossas competências de gestão”.