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Tribunal do Luxemburgo mantém insolvência da Rioforte

A Rioforte viu pela segunda vez negado o pedido de gestão controlada da empresa. Depois de a ter pedido em Julho, o tribunal do comércio luxemburguês decidiu pela liquidação da empresa em outubro.

Isabel Vicente

Foi a derradeira réstia de esperança. O tribunal do Comércio do Luxemburgo manteve a decisão de outubro, negando à Rioforte a gestão controlada da holding que detém vários ativos não financeiros do Grupo Espírito Santo (GES), como os Hotéis Tivoli. 

Segundo comunicadohoje divulgado, o tribunal de recurso, "depois de ouvir a requerente (Rioforte) e o Ministério Público, decidiu julgar improcedente o recurso interposto pela Rioforte Investments", e mais não é dito. 

Os argumentos da Rioforte quando pediu a gestão controlada da empresa, havia apresentado um plano de negócios, invocando uma reestruturação a 10 anos da empresa. Tal argumento voltou a não ser aceita no recurso apresentado pela holding presidida por João Pena. 

Será agora um administrador liquidatário a gerir a venda de ativos de forma a pagar aos seus credores. Entre estes está a Portugal Telecom que investiu 900 milhões de euros em dívida da Rioforte. 

O tribunal do Luxemburgo já havia negado a gestão controlada da Espírito Santo International(ESI) da Espírito Santo Financial Group(ESFG) e da Espirito Santo Financeira (ESFIL)estão em processo de liquidação. 

Esta semana o administrador liquidatário da ESFG fez saber que vai recorrer da medida de resolução aplicada ao BES.