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Sucesso dos iPhones na China ajuda a recorde de receitas da Apple

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Chance Chan/Reuters

Sessenta e um milhões de iPhones vendidos no primeiro trimestre do ano - com números que beneficiam do sucesso que o smartphone conheceu durante o Ano Novo chinês em fevereiro - ajudaram a Apple a obter um resultado total de faturação de 53 mil milhões de euros nesse período.

A Apple anunciou que no primeiro trimestre deste ano registou um recorde de 53 mil milhões de euros de receitas, para o que foi determinante a venda de 61,1 milhões de iPhones, tendo sido registado um aumento em 71% das receitas dos smartphones na China.



Beneficiadas pelas vendas em fevereiro, por ocasião do Ano Novo Chinês, as receitas na China chegaram aos 15,48 mil milhões de euros, já bastante próximo dos 16,6 milhões registado no continente americano (onde o aumento se ficou pelos 19%).



"Nós estamos radiantes pelo contínuo fortalecimento do iPhone, Mac e o App Store, que levaram a termos atingido em março os melhores resultados do trimestre de sempre", afirmou o CEO da Apple, Tim Cook, durante a apresentação dos resultados na segunda-feira, após o fecho mercado bolsista norte americano.



"Nós estamos a ver um indíce maior de pessoas a mudarem para iPhone do que o que nós tivemos em anteriores ciclos, e nós estamos a partir para o trimestre de até junho com o lançamento do Apple Watch", acrescentou.



O novo iPhone 6 e o iPhone 6 Plus contribuíram para que a venda dos iPhones represente de longe a maior fatia das vendas com as 61,1 milhões de unidades, face aos 12,6 milhões de Ipad e 4,5 milhões de computadores Macintosh vendidos.



Pela primeira vez foram vendidos mais iPhones na China do que nos Estados Unidos, e o país tem potencial para ultrapassar largamente o mercado de todo o continente americano.



"Eu nunca vi tanta gente a chegar à classe média como eu vi na China e é para lá que a maioria das nossas vendas estão a ir", afirmou ainda Tim Cook.