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"Sócrates usou reformas para financiar a sua estratégia suicida", diz Carlos Moedas

O cabeça de lista do PSD às legislativas pelo círculo de Beja acusou o primeiro-ministro de "delapidar a poupança dos futuros reformados".

O cabeça de lista do PSD às legislativas pelo círculo de Beja, Carlos Moedas, acusou hoje o primeiro-ministro, José Sócrates, de ter usado "sem escrúpulos o dinheiro das reformas dos portugueses para financiar a sua estratégia suicida".



Em causa está uma notícia da edição de hoje do "Diário Económico", intitulada "Dívida pública arrasta PPR do Estado para pior retorno de sempre", segundo a qual os certificados de reforma lançados pelo Estado em março de 2008 "registaram nos últimos 12 meses uma rentabilidade negativa de 4,64%".



"Noção perversa de Estado Social"



Numa declaração enviada à agência Lusa, Carlos Moedas, gestor, dirigente do gabinete de estudos do PSD e candidato a deputado nas listas deste partido reagiu a esta notícia considerando que mostra "uma noção perversa do Estado social".



Segundo Carlos Moedas, "isto significa que o engenheiro Sócrates usou sem escrúpulos o dinheiro das reformas dos portugueses para financiar a sua estratégia suicida".



"Mais, num país em que devemos fazer tudo para incentivar a poupança, o engenheiro Sócrates delapida a poupança dos futuros reformados. Esta ação é o pior que um Governo consciente poderia fazer. O engenheiro Sócrates está sempre com o Estado Social na boca mas não para de o destruir", acrescentou.