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Sikander Sattar qualifica como "de referência" a cooperação entre a KPMG e o Banco de Portugal sobre o BES

Sikander Sattar está a responder às questões dos deputados na comissão parlamentar de inquérito

José Ventura

Declaração foi feita pelo líder da KPMG Portugal na comissão parlamentar de inquérito ao caso BES no final de uma longa alocução inicial de mais de 50 minutos

Sónia M. Lourenço

Uma "cooperação de referência", "intensa" e "extensa". Foi desta forma que Sikander Sattar, líder da KPMG Portugal, qualificou a cooperação entre a auditora do BES e da área financeira do Grupo Espírito Santo (GES), na comissão parlamentar de inquérito ao caso BES.

As declarações foram proferidas no final de uma longa alocução inicial, de mais de 50 minutos, na comissão, onde Sikander Sattar está a ser ouvido está tarde. Nessa alocução o líder da KPMG deu extensos detalhes cronológicos - ao dia e hora - sobre os procedimentos efetuados pela auditora no âmbito da análise das contas do BES e a comunicação efetuada com o Banco de Portugal.

Sikander Sattar frisou que esses procedimentos e essa cooperação "permitiram detetar em cima dos acontecimentos os factos que estão a ser analisados" por esta comissão.

Declarações que levaram o deputado Miguel Tiago, o primeiro parlamentar a intervir, a referir que essas ações não tinham evitado o colapso do BES.