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Sikander Sattar invoca confidencialidade para não responder a várias questões

Presidente da KPMG Portugal será ouvido posteriormente à porta fechada - sem a presença de jornalistas - sobre várias questões em que invocou confidencialidade.

Sónia M. Lourenço

O aviso já tinha sido feito por Fernando Negrão, presidente da comissão parlamentar de inquérito ao caso BES: as questões que Sikander Sattar, presidente da KPMG Portugal - auditora do BES desde 2002 - recusasse responder por razões de confidencialidade profissional, seriam abordadas posteriormente, numa sessão à porta fechada com os deputados. Isto é, sem a presença dos jornalistas.

E foi em resposta a várias questões do deputado Duarte Pacheco, quando a audição contava já com mais de duas horas e meia, que Sikander Sattar usou esse argumento para não responder. Em causa esteve a figura de Isabel Almeida, diretora financeira do BES que foi alvo de buscas na última semana, e, também, a imputação de responsabilidades sobre o papel comercial do grupo Espírito Santo ao BES.

Neste último ponto, Sikander Sattar disse em concreto "respondo na outra sessão".