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REN corta pessoal mas gastará mais com a gestão

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Gonçalo Morais Soares, Rodrigo Costa e João Conceição, administradores executivos da REN

José Ventura

Empresa quer aumento salarial de 0,8%, mas a administração custará mais 26%. "Chinesices", diz o Sindel

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

A REN-Redes Energéticas Nacionais orçamentou para este ano encargos com os órgãos sociais, incluindo prémios de gestão, de quase €2,6 milhões, mais 26% do que as remunerações da administração em 2014 (€2,03 milhões). O orçamento, a que o Expresso teve acesso, prevê um corte nos custos totais com pessoal de 2% face ao ano passado, apesar de a REN estar a negociar um aumento salarial com os sindicatos. 

A proposta de atualização salarial que a REN fez é de 0,8%, mas o Sindel, sindicato afeto à UGT e um dos mais representativos na empresa, reclama 1,65%, segundo um comunicado intitulado... "Começaram as chinesices". A Fiequimetal, federação sindical ligada à CGTP, pede um aumento de 2,3%. A disparidade entre os rendimentos da administração e as condições oferecidas aos trabalhadores está a gerar insatisfação nos quadros da REN, apesar de em janeiro ter sido fechado na empresa um novo acordo coletivo de trabalho (ACT) com todos os sindicatos.  

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