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Pilotos contra tudo e contra todos

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Pilotos da TAP agendaram protestos para os primeiros 10 dias de maio

Luis Barra

Lutam por uma fatia do capital da TAP, mas nem todos concordam com a luta. Sindicato fala de uma "cisão imaginária."

A uma semana da greve que os pilotos da TAP agendaram, aumentam os sinais de que não há consenso entre aquela classe profissional em relação aos protestos agendados para os primeiros 10 dias de maio. O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) refere que a divisão na classe é "um tema fabricado artificialmente pela TAP e pelo Governo, em desespero de causa, para tentar paralisar os pilotos" e até ao fecho desta edição mantinham-se irredutíveis na decisão de avançar com a paralisação.

Porém, de acordo com o "DN/Dinheiro Vivo" de quinta-feira, cerca de 30% dos pilotos da companhia aérea não encontram fundamento para o protesto e muitos estão inclinados a deixar o SPAC para não cumprirem o pré-aviso de greve. Em declarações ao Expresso, Manuel Santos Cardoso, presidente do SPAC, afirma que "a estatística que resulta da amostra significativa dos pilotos, que é a assembleia que deliberou a greve, prova exatamente o contrário. A compreensão e a adesão dos pilotos a esta greve é de 90% das intenções expressas. Acreditamos que a adesão vai aumentar nos próximos dias e até à realização da greve".

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