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Nova ordem brasileira não entusiasma construtoras portuguesas

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Como ficará o sector da construção brasileiro após a operação Lava Jato? Novas oportunidades vão surgir, mas os industriais portugueses não revelam grande entusiasmo.

 Nada ficará como dantes no mercado brasileiro de construção depois do vendaval de corrupção centrado na Petrobras que assola os principais conglomerados.

As construtoras mais frágeis poderão quebrar, outras venderão ativos e a exclusão dos membros do clube Lava Jato (designação da operação policial que desmontou um esquema criminoso que contava na base com uma rede de lavandaria e gasolineiras) abrirá espaço para operadores de menor dimensão.

 E a indústria portuguesa pode beneficiar desta nova ordem ?

"No curto prazo, não. Talvez num prazo de dois ou três anos as alterações de procedimentos permitam um acesso real àquele que é um dos mercados mais protecionistas do mundo", responde Ricardo Pedrosa Gomes, presidente da Associação das Empresasa de Construção e Obras Públicas (AECOPS). 

 Sócia maioritária (50,01%) de uma construtora em Belo Horizonte,  a Mota-Engil não antecipa "benefícios assinaláveis". A Mota-Engil "procura criar as condições para um crescimento orgânico,  numa lógica articulada com os outros mercados da América Latina", diz  fonte do grupo.



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