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"Não havia intenção de salvar o BPP"

Presidente da Unicre há um ano, Fernando Adão da Fonseca, lança agora uma nova marca e imagem do grupo, depois de ter passado por um período negro à frente do BPP. Quanto à crise do país acha que os decisores deviam ser responsabilizados 

Isabel Vicente (www.expresso.pt)

Ex-quadro do BCP, Adão da Fonseca, reformou-se do banco há um ano quando aceitou o convite da Unicre, depois de ter passado pelo BPP

A passagem pelo BPP, hoje em processo de falência, teve como diz "alguns problemas de falta de luz". Mas em termos pessoais "foi um desafio", em particular constituir o fundo para os clientes de retorno absoluto. "Fui para o BPP com o objetivo de sanear o banco, mas meia dúzia de meses depois de estar no banco, cheguei à conclusão de que não havia intenção de salvar o BPP". E acrecenta: "todos os planos que apresentámos foram considerados não aproriados".

Na Unicre o desafio é captar clientela mais nova, inovar e criar economias de escala para os bancos acionistas. "Os cartões de pagamento são uma área muito interessante e onde a concorrência está a cresscer", e portamto, "os desafios são grandes", remata. Com 80% de quota de mercado nos Terminais de Pagamento Automátio (TPA), Adão da Fonseca não tem dúvidas de que mais cedo ou mais tarde "vamos ter de subir algumas comissões porque estamos a perder dinheiro... e há taxas de desconto muito esmagadas".

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