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Montepio sob pressão em várias frentes

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Tomás Correia, presidente da associação 
e do banco Montepio

Luis Barra

Grupo pode mudar de vida se melhorar o modelo de gestão. Auditoria forense está concluída.

O grupo Montepio vai ter, finalmente, de separar as águas entre a dona do banco, a Associação Mutualista, e o banco Caixa Económica Montepio Geral (CEMG). A alteração dos estatutos da associação mutualista é uma exigência do Banco de Portugal (BdP) desde 2012 e agora um passo sem recuo. Objetivo: melhorar o modelo de governação, evitando riscos de 'contaminação' da associação mutualista ao banco.

Esta situação e os prejuízos de €187 milhões registados pelo banco (obrigado pelo BdP a reforçar provisões e imparidades) foram na quarta-feira a votos na Assembleia Geral (AG) da associação mutualista. Será ainda preciso fazer um aumento de capital no banco para reforçar os rácios que estão nos mínimos, como já fez saber o presidente do grupo, Tomás Correia. Contudo, esta operação não irá a votos.

Leia mais na edição deste fim de semana.