Siga-nos

Perfil

Economia

Economia

Microsoft alarga programa Ativar Portugal às startups

  • 333

A empresa estende o projeto que lançou em 2014 a empresas em fase de arranque e empreendedores portugueses.

Constança Lameiras

A Microsoft Portugal apresentou hoje o Ativar Portugal Startups, um projeto que assinala o alargamento do programa Ativar Portugal apresentado em maio de 2014.

O objetivo do projeto, que  quer colocar o país no centro da Europa no que diz respeito ao empreendedorismo, é estimular a inovação, o desenvolvimento económico, a competitividade e a criação de mais emprego qualificado em Portugal.

Com um propósito claro e ambicioso, a Microsoft Portugal conta com um ecossistema de parceiros como aceleradores de startups, incubadoras, empresas de capital de risco e business angels, que vão dar apoio em quatro dimensões distintas: ferramentas, pessoas, negócio e visibilidade.

As startups podem beneficiar gratuitamente de software, ferramentas e serviços cloud, de mentores com diferentes especializações, assim como da rede de contactos nacionais e internacionais da Microsoft. Podem ainda ter acesso facilitado ao financiamento e beneficiar de oportunidades para promover e divulgar as suas propostas e atividades. A tudo isto soma-se um prémio anual, através do qual a Microsoft Portugal irá destacar a startup portuguesa com maior potencial de escala.

A sala BizSpark é uma das novidades. Na sede da Microsoft, esta sala está equipada com as ferramentas necessárias para apoiar as startups na demonstração das suas propostas, e pode ser utilizada gratuitamente para reuniões de negócio ou apresentações especiais.

Para João Couto, Diretor Geral da Microsoft Portugal, o objetivo resume-se a "transformar startups de elevado potencial em empresas de sucesso internacional", contribuindo assim para que até 2020 surjam, anualmente, 50 mil startups que potenciem a criação de 130 mil postos de trabalho, com uma taxa de sucesso de 50%, fazendo surgir entre cinco a dez startups 'Um bilião de dólares'. Uma referência a empresas com valorização de mil milhões de dólares (915 milhões de euros), como aconteceu recentemente com a portuguesa Farfetch.