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KPMG dramatizou problemas em Angola quando BES já estava em colapso

Relatório de auditoria da KPMG aprovou contas do BES Angola de 2013 com várias reservas e ênfases, numa altura em que o GES já estava falido e o BES caminhava para o fim.

Documento: Relatório de Auditoria Independente às contas do BESA de 2013 Data: 4 de julho de 2014 Auditor: KPMG Empresa auditada: Banco Espírito Santo Angola

Foi assinado já em julho deste ano, numa altura em que o "buraco" no Espírito Santo international (ESI) era já público, Ricardo Salgado estava de saída e os problemas no BES Angola já tinham sido noticiados. O relatório de auditoria da KPMG às contas de 2013 do BES listavam três reservas e cinco ênfases.

A KPMG sublinha a falta de informação sobre créditos a clientes, que vinha sendo repetida desde 2011. Mas desta vez já frisa que "um conjunto de operações a crédito a cinco entidades  (...) com vista a financiar projetos imobiliários, cujo nível de capitais próprios dessas sociedades é significativamente reduzido quando comparado com o valor total do investimento. Adicionalmente, não nos foi possível confirmar a capacidade financeira de geração de cash-flows dos referidos projetos, de forma a podermos concluir que a maioria dos riscos e benefícios associados a esses projetos pertencem aos detentores de capital dessas sociedades".

Veja na íntegra o relatório de auditoria em baixo. 

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