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GIC - Global Investment Challenge

GIC 2017

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O conselho é dado por Luís Mota que integrou a última edição do Global Investment Challenge (GIC) e vai voltar a participar este ano.

“Não tenham medo e explorem todos os instrumentos presentes na plataforma de simulação do GIC. Por mais gratificante que possa ser ganhar o prémio, será muito mais, a longo prazo, conhecerem melhor vários instrumentos financeiros e como funciona cada um”, explica Luís Mota.

Foi a vontade de saber mais sobre os mercados financeiros que levou Luís Mota a integrar a edição de 2015/16 do GIC. “Mesmo utilizando dinheiro fictício sentia que estava a praticar numa área pela qual me interessava bastante”, conta. Vai voltar a participar na atual edição, como início marcado para 31 de janeiro e cujas inscrições estão abertas. E desta vez, afirma, “vou seguir o meu conselho e explorar mais. Estou mais velho e por isso já encaro o GIC como uma competição que pode trazer mais valias intelectuais e não só materiais”.

Em jeito de balanço revela que com esta competição organizada pelo Expresso e a SDG, aprendeu muito sobre o funcionamento dos mercados. “Era um assunto, que apesar de me interessar bastante na altura, sobre o qual não tinha grande conhecimento”, revela. Na sua opinião, foi também muito positivo para ganhar maior responsabilidade pelo dinheiro. É que apesar de no GIC o dinheiro que investia ser fictício “sempre que fazia um mau investimento e perdia algum valor de carteira, sentia-me com remorsos e culpado o que me fez pensar como é que me sentiria, se fosse, de facto, dinheiro verdadeiro”, finaliza.