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Falida Qimonda é a empresa que recebeu mais fundos da Europa

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Sede da Qimonda, em Vila do Conde

Sérgio Granadeiro

O Expresso somou os apoios diretos ao investimento aprovados no programa de incentivos à modernização da economia (PRIME) no ciclo 2000/2006 e nos sistemas de incentivos do QREN no ciclo 2007/2013. A Qimonda é a empresa que mais incentivos obteve

Os projetos de investimento que mais fundos europeus viram aprovados desde o início do século são os da falida Qimonda em Vila do Conde, da Bial na Trofa, da Continental Mabor em Vila Nova de Famalicão, da Celbi na Figueira da Foz, da Almina (ex-Pirites Alentejanas) na reativação das minas de Aljustrel ou dos brasileiros da Embraer na indústria aeronáutica de Évora. 

Muita da história da economia portuguesa está neste ranking das 40 empresas mais incentivadas. Há grandes investimentos diretos estrangeiros, sobretudo no cluster automóvel, com os franceses da Renault Cacia ou dos alemães dos pneus da Continental ou dos autorrádios da Bosch/Blaupunkt.  

Também cá estão muitas das fileiras exportadoras nacionais, como a pasta e papel da Celbi ou da Soporcel, a cortiça da Amorim, as garrafas da BA ou da Santos Barosa, os químicos da CUF ou os cimentos da Cimpor. No cabaz das famílias portuguesas cabem as cervejas da Unicer, as massas da Cerealis, as cápsulas de café da Delta ou os móveis que a IKEA fabrica em Paços de Ferreira. 

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