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2018 entre a euforia e os sinais de alerta

2017 foi ano de recordes e de boas notícias na frente económica. Desde 2000 que o produto interno bruto não crescia tanto. 
Em 2018, as previsões dividem-se. Será um grande ano 
para uns. Para outros, nem por isso

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Quando, no final de 2015, António Costa chegou a primeiro-ministro, com o PS a ser apoiado pelos partidos mais à esquerda no Parlamento (BE e PCP), poucos vaticinavam longa vida à ‘geringonça’ – como foi de imediato batizada a solução de governo. Mas aí está o governo de Costa a entrar no terceiro ano de governação e, tudo indica, a caminho de chegar ao final da legislatura.

Mais ainda: é na frente económica que conta mais trunfos. A começar pelas contas públicas, apontadas logo em 2015 como o calcanhar de Aquiles da solução governativa lusa, dada a pressão da esquerda para o aumento dos gastos públicos, com destaque para a função pública e as pensões. Mas o Governo tem para mostrar o défice público mais baixo da história da democracia portuguesa, a saída de Portugal do procedimento por défice excessivo da Comissão Europeia, a saída da classificação de ‘lixo’ por duas das principais agências mundiais de notação de risco e, como se não bastasse, a eleição do ministro das Finanças, Mário Centeno, para presidente do Eurogrupo.

Leia mais na edição de Janeiro da Exame, já nas bancas