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“Sou mais ambicioso agora do que quando era jovem.” Palavra de António Mota.

Rui Duarte Silva

Aos 63 anos, o presidente da Mota-Engil não abdica do poder de dizer “não”. Mas tem de se controlar para “não controlar”. António Mota não esconde que no pico da crise uma dúvida o assaltou: “O que estou cá a fazer?” Vencida a tempestade, faz o balanço de 40 anos de carreira: “Fizeram-se mais coisas boas do que más.” Leia a entrevista de vida ao empresário na nova edição da EXAME, já nas bancas.

A cidade de Amarante deu ao país Amadeo de Souza-Cardoso, Teixeira de Pascoaes, Agustina Bessa Luís e também o campeão da indústria da construção, que evoluiu para uma multinacional com 278 empresas, 28 mil assalariados em 28 mercados e uma faturação de 2,3 mil milhões de euros. António Mota, 63 anos, respirou o pó das obras antes de agarrar o leme da Mota & C.ª e amassar a fusão com a Engil. Está há 40 anos na empresa e sucedeu ao pai há 22. Recebe a EXAME na sede da Mota-Engil (ME), no Porto, sobranceira ao Douro. Aguenta duas horas sem fumar, mas, mal a conversa termina, o primeiro gesto é tirar um cigarro. Melhorar a margem operacional, crescer na Europa e reforçar os negócios exteriores à construção são os desafios que o conglomerado enfrenta. Eis António Mota, de coração aberto, num discurso genuíno e frontal.

Leia mais na edição de novembro da EXAME, já nas bancas. Fique ainda a conhecer, neste novo número, mais uma edição anual do estudo "100 Melhores Empresas para Trabalhar"