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Estas são as profissões do futuro

Os youtubers tê um nível de impacto semelhante ao de grandes marcas, ganhando dinheiro com a publicidade e gerando ondas de fãs em todo o mundo

Lucy Nicholson / Reuters

Estudar Engenharia para ser engenheiro ou Antropologia para ser antropólogo é uma realidade que pode ter os dias contados. Vêm aí tempos inventivos, que abrem a página de um novo catálogo das profissões

Rute Barbedo

A plataforma de vídeos YouTube foi criada em 2005, mas os seus fundadores estavam longe de imaginar que passada uma década um jovem sueco de 26 anos conseguiria gerar uma média de 13 milhões de dólares anuais a partir dela (segundo a medidora Social Blade).

No momento em que este artigo foi redigido, o canal de Felix Kjellberg, ou seja, o PewDiePie, tinha 53.378.541 subscritores e 14.642.030.603 de visualizações. O último vídeo publicado, há 17 horas, foi visto mais de dois milhões de vezes e mostra, durante 10 minutos, as reações efusivas de Felix enquanto se supera num videojogo.

Talvez o mais fascinante nesta história seja o facto de os youtubers terem chegado a um nível de impacto semelhante ao de grandes marcas, ganhando dinheiro com a publicidade e gerando ondas de fãs em todo o mundo (em Portugal, SirKazzio encabeça a lista, com quase quatro milhões de seguidores). O mesmo se passa com bloggers e instagrammers, que passaram de cidadãos comuns a figuras públicas, com salários mensais muito acima da média.

Leia mais na edição de março da Exame, já nas bancas.