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“É preciso perceber do negócio e eu percebo”

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Mário Ferreira, 48 anos, na esplanada do Viking Osfrid, atracado no cais de Gaia

Rui Duarte Silva

O ‘tubarão’ dos cruzeiros fluviais, quer ser um agente ativo na consolidação do negócio a nível global e diz que a operação da alemã Nicko, comprada há um ano, navega com o vento a favor. O seu universo empresarial (16 empresas) tem uma avaliação líquida de 360 milhões de euros. A sua fortuna é um bocadinho superior. Leia a entrevista na edição de setembro da EXAME, já nas bancas.

Mário Ferreira, 48 anos, recebe a EXAME na esplanada do Viking Osfrid, atracado no cais de Gaia, que no dia seguinte seguirá Douro acima com 116 turistas americanos. É o mais recente da frota de 11 navios-hotel da Douro Azul e um dos três fretados à Viking River Cruises. O armador ganhou as graças dos rios, evoluiu do “Douro, Faina Fluvial” para o “Danúbio Azul” com a aquisição da alemã Nicko e não se cansa de investir por água, terra e ar – 170 milhões de euros entre 2011/2017. A Douro Azul conta com uma armada de 17 embarcações (11 navios-hotel), 45 autocarros e dois helicópteros. A Nicko é dona de sete dos 20 barcos com que opera em 12 países. Nesta entrevista, explica ainda o novo conceito dos cruzeiros de expedição de mar, batizado de Vasco da Gama Expedition Cruises.