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Hotelaria. Aquapura deve 46 milhões de euros

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Hotel Six Senses Douro Valley, nas margens do Rio Douro

Divulgação

A empresa de Diogo Vaz Guedes avançou com um processo de revitalização. O BESI é o maior credor, mas há ainda dívidas à CGD e ao Estado. 

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Há uma década, o empresário Diogo Vaz Guedes tinha ambições elevadas para a sua incursão no turismo. "Quero construir 10 a 12 hotéis, em 10 a 12 anos", afirmava Vaz Guedes numa entrevista à revista "Sábado" em julho de 2005. Dois anos depois seria constituída a Aquapura Hotels Villas & SPA. Hoje a sociedade é alvo de um processo especial de revitalização (PER) e de um pedido de insolvência. A lista de credores aponta à empresa dívidas de 46 milhões de euros. 

Dinamizado por Vaz Guedes, o projeto Aquapura chegou a ter entre os seus investidores António Mexia (que já se desfez da participação que detinha), o Banco Privado Português e Miguel Simões de Almeida. O primeiro empreendimento foi o Aquapura Douro Valley, que abriu em 2007, onde foram investidos mais de 20 milhões de euros. Hoje esta unidade hoteleira está nas mãos da Explorer Investments. Com nova gestão, o hotel está a ser remodelado e reabrirá em junho sob a marca Six Senses.  

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