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Galp mais do que duplicará número de plataformas petrolíferas

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José Carlos Carvalho

A petrolífera deverá passar das atuais sete unidades de produção para 16 unidades em 2020, graças aos projetos de investimento em curso no Brasil e em Angola

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

A Galp Energia tem hoje em operação sete plataformas petrolíferas, através das suas participações em vários consórcios, mas o presidente do grupo, Carlos Gomes da Silva, revelou que em 2020 a Galp terá mais do dobro dessa capacidade, ficando com um total de 16 unidades de produção.

Para este crescimento contribuirão quatro unidades que serão instaladas no campo Lula, no Brasil, onde a Galp é parceira da Petrobras. Haverá ainda mais duas plataformas no campo Iara e uma no campo Sépia, também no Brasil, e outras duas novas unidades de produção no bloco 32, em Angola.

Na apresentação desta terça-feira em Londres, para investidores e analistas financeiros, o presidente da Galp reconheceu que hoje "o projeto Lula / Iracema (no Brasil) é o ativo mais importante da Galp". "O que conseguimos fazer no último ano é notável", sublinhou Carlos Gomes da Silva.

Na sua intervenção, o gestor assegurou que o grupo tem margem para melhorar ainda mais as condições de rentabilidade dos projetos de produção de petróleo, cujo breakeven já é conseguido mesmo com o petróleo a cotar abaixo dos 30 dólares por barril.

Segundo a Galp, os investimentos entre 2016 e 2020 rondarão mil a 1200 milhões de euros por ano. O investimento total, em torno de 5,5 mil milhões de euros, ficará 15% abaixo do nível previsto no anterior plano de negócios, apresentado há um ano na capital inglesa.

O jornalista viajou a Londres a convite da Galp Energia