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Como a Corticeira Amorim entrou na Bienal de Design de Istambul

A aplicação de cortiça tornou-se materialmente visível no espaço físico da bienal, em bancos e candeeiros, mas também é percetível através da fragância típica do produto, submetido a temperaturas elevadas, imediatamente sentida pelos visitantes

DR

Aglomerado expandido de cortiça ajuda a suportar um dos motes do evento: "Cheire o futuro".

O convite chegou na primavera. A organização da Bienal de Design de Istambul queria usar a cortiça no evento, a decorrer na Turquia entre novembro e dezembro, sobre o lema "The future is not what it used to be" (o futuro não é o que costumava ser).

A Corticeira Amorim aceitou de imediato o desafio e enviou três toneladas de aglomerado expandido, com características estéticas semelhantes às soluções usadas no Pavilhão de Portugal, em Xangai, e na Serpentine Gallery, em Londres, para o estúdio de arquitetura da Superpool trabalhar.

O resultado tornou-se materialmente visível no espaço físico da Bienal, em bancos e candeeiros, mas também é percetível através da fragância típica do produto, submetido a temperaturas elevadas, imediatamente sentida pelos visitantes.

Não será por acaso que um dos motes da exposição é "smell the future" (cheire o futuro), convidando quem visita o espaço, sob a curadoria da britânica Zoe Ryan, a usar o sentido do olfacto, para além da visão e do tacto.

E a que cheira o futuro? "A sustentabilidade, o que passa necessariamente pela cortiça", responde o diretor de marketing da Corticeira Amorim, Carlos Jesus.

Reunindo 53 trabalhos de 20 países, a bienal decorre num dos mercados que tem merecido atenção especial por parte da Corticeira Amorim, precisamente nos segmentos da arquitetura, design, decoração, engenharia e transportes. Atenta ao potencial da Turquia, a empresa tem já uma estrutura comercial e de apoio técnico a operar no país.