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Bancos de investimentos mais otimistas. PIB português crescerá 1,8% em 2016

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Os economistas das casas de investimento que seguem a econonomia portuguesa estão mais otimistas. O PIB crescerá 1,5% em 2015 e 1,8% em 2016.

Os economistas dos bancos de investimento que seguem a  economia portuguesa estão mais optimistas com a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) este ano e em 2016, embora apontem para uma descida mais lenta do desemprego.

A média das estimativas do painel de 22 economistas consultados pela Bloomberg aponta para que o PIB português cresça 1,5% em 2015 e 1,8% em 2016. A previsão traduz uma melhoria de duas décimas face às estimativas do inquérito trimestral  anterior.

A nova estimativa para este ano está alinhada com as previsões oficiais da maioria dos organismos. Governo, FMI e Comissão Europeia a apontam para um crescimento de 1,5% no PIB português. Se tal se verificar, será o crescimento mais forte da economia portuguesa desde 2010 e o segundo ano seguido de variação positiva.

Pessimismo no desemprego

Se as previsões para o PIB foram melhoradas, as estimativas para o desemprego dos economistas consultados são agora mais pessimistas. A taxa deverá descer para 13,4% em 2015 e para 13,1% em 2016, quando no inquérito anterior os economistas apontavam para uma taxa abaixo de 13%.

Só em 2017, de acordo com os mesmos economistas, a taxa de desemprego em Portugal ficará abaixo dos 13% (11,9% nesse ano).

O painel de economistas admite que Portugal vai fechar este ano com um défice de 3% do PIB, abaixo da anterior estimativa de 3,3%, mas acima dos 2,4% inscritos no Orçamento do Estado. Quanto a outros indicadores, os economistas consultados pela Bloomberg apontam para uma taxa de inflação nula este ano e 0,9% em 2016, prevendo que a balança corrente deverá gerar um excedente de 1% (2015) e 1,2% (2016).