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Alienação da EDP e REN deverá ser feita através de venda direta

O Conselho de Ministros aprovou hoje os decretos-lei que aprovam a oitava fase do processo de reprivatização do capital social da EDP e a segunda da REN.

O Governo quer ter prontas até ao final do ano as operações para os processos de reprivatização da EDP e da REN, admitindo que deverá ser uma operação de venda direta.

O Conselho de Ministros aprovou hoje os decretos-lei que aprovam a oitava fase do processo de reprivatização do capital social da EDP e a segunda fase do processo de reprivatização do capital social da REN.

"A alienação de participações no âmbito dos processo de reprivatização será, essencialmente, efetuada com recurso à venda direta, sem, no entanto, se deixar de parte a possibilidade de se recorrer a outros mecanismos, como a oferta pública de venda", afirmou em conferência de imprensa o secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.

Luís Marques Guedes disse que a "intenção é que, por ventura, seja possível a montagem das operações [de reprivatização] num curto espaço de tempo, se possível até ao final do ano".