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A irresistível subida a número um

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Xangai é hoje pioneira nas novas zonas de comércio livre

Reuters

Ritmo de crescimento vai abrandar. Riscos sistémicos vão aumentar. Gestão política é cada vez mais decisiva.

Março de 2015 vai ficar marcado no calendário político chinês como o mês em que a liderança em Pequim reconheceu publicamente que o ritmo de crescimento económico desceu para um novo patamar. A essa dinâmica de abrandamento, os dirigentes políticos chineses chamam "nova normalidade". 

A assembleia anual do Congresso Nacional Popular (CNP) - equivalente a um Parlamento -, que reuniu durante a primeira quinzena, fixou para 2015 o objetivo político de uma taxa de crescimento de "cerca de 7%". Em 2014, o crescimento ficou-se por 7,38%, a taxa mais baixa em 24 anos, e o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê 7,1% para 2015 e 6,8% para 2016 descendo até 6,3% em 2019, o último ano de previsões. Desde 2012 que o crescimento se situou no patamar de 7% (ver gráfico). 

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