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OPA da EDP ensombrada por imbróglio legal

António Vitorino

Alberto Frias

António Vitorino deixará a presidência da assembleia--geral da elétrica. E deixa uma batata quente a quem vá para o seu lugar

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

Qualquer oferta pública de aquisição (OPA) é sinónimo de trabalho garantido para um conjunto de prestadores de serviços: dos bancos aos advogados, passando por agências de comunicação e outros assessores. A OPA da CTG sobre a EDP não foge à regra e um dos pontos críticos dos próximos meses será a assembleia-geral que a CTG terá de convocar para tentar desblindar os estatutos da elétrica. Mas seja qual for a deliberação dessa assembleia, parece ser inevitável um imbróglio legal em torno da reunião de acionistas.

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