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Edmundo Martinho: “Entrada da Santa Casa no Montepio será simbólica”

Edmundo Martinho, Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

António Pedro Ferreira

Edmundo Martinho confessa ao Expresso ter ficado surpreendido pelo debate clamoroso e quase indigente quanto à entrada da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) no capital do Montepio. Revela que a entrada no banco acontecerá nas próximas semanas mas será simbólica. Inicialmente passava por duas fases: entrar diretamente no capital e comprar dívida. A avaliação da Haitong andava entre os €1,5 mil milhões e os €1,6 mil milhões. E reconhece que as recomendações do Parlamento ao Governo alteraram a situação

Filipe Santos Costa

Filipe Santos Costa

Jornalista da secção Política

No Relatório de Atividade de 2017 não há uma única referência ao memorando assinado para a entrada no capital da Caixa Económica Montepio Geral (CEMG). Essa questão tornou-se tão tóxica que preferem apagá-la da história?
De maneira nenhuma. Não há nenhuma toxicidade. O relatório expressa todas as atividades que desenvolvemos quando estão decididas e repercutidas naquilo que são as responsabilidades globais e financeiras da SCML. A questão do Montepio não conduziu a nada de concreto.

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