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“O momento para fazer mais reformas em Portugal perdeu-se”

Miguel Faria e Castro, Economista da Reserva Federal de St. Louis, Estados Unidos

António Pedro Ferreira

Miguel Faria e Castro tem 29 anos, é economista e trabalha na Reserva Federal (Fed) de St. Louis, um dos 12 braços do banco central norte-americano. É o mais jovem economista português da Fed e esteve em Portugal recentemente para participar numa conferência sobre os 10 anos da crise financeira. Quando o Lehman Brothers estourou em setembro de 2008, Miguel Faria e Castro tinha 19 anos e estava no início do seu curso de Economia na Universidade Nova de Lisboa. Quando olha para trás, para os tempos da troika, considera que ficaram por realizar várias reformas estruturais e que os investimentos são feitos frequentemente “com base em critérios políticos”. Sobre a política monetária dos EUA, que acompanha de perto, não está autorizado a falar

O clima é francamente otimista em Portugal. Olhando de fora, o que o preocupa mais?
A inércia em que caiu o movimento de reformas estruturais. Várias reformas importantes foram feitas, mas há o sentimento de que ficaram reformas por fazer e que perdemos a janela de oportunidade para as levar a cabo. O momento para as fazer era o período de resgate em que politicamente era possível levá-las a cabo. Mas, mesmo durante esse período, houve barreiras políticas.

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