Siga-nos

Perfil

Economia

Economia

Made in China: Não, obrigado

Com estas tarifas contra o ‘amigo’
chinês, o próximo aperto de mão entre Trump e Xi vai ficar adiado

Damir Sagolj/Reuters

Donald Trump anuncia taxas de 25% sobre importações chinesas para baixar 
défice comercial, que quintuplicou desde 1999

Demorou mais de um ano, mas a retórica protecionista de Donald Trump acabou por ganhar forma esta semana. O Presidente norte-americano elegeu a China como inimigo nº 1 dos EUA no tabuleiro geoeconómico e assinou, na quinta-feira, um memorando com um pacote de medidas envolvendo anualmente taxas alfandegárias sobre importações chinesas no valor de 60 mil milhões de dólares (cerca de €49 mil milhões).

Para ler o artigo na íntegra, clique AQUI

  • A guerra “impossível” de Trump contra a China (que está a deixar muita gente assustada)

    Economistas dizem que o presidente americano está ofuscado com o passado, preso a uma ideia nostálgica em que o protecionismo tinha mais hipóteses de funcionar. As novas taxas aduaneiras que a sua administração começou a aplicar a partir desta sexta-feira sobre mais de 100 produtos importados da China podem acabar por castigar os consumidores e a economia dos EUA. A Organização Mundial do Comércio, o G20, a União Europeia e outros aliados dos norte-americanos temem um efeito bola de neve. Os mercados estão assustados e muitas empresas americanas também