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Ministério da Saúde desembolsa €10,7 milhões por licenças da Microsoft

João Leão, Secretário de Estado do Orçamento

Luis Barra

A SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde vai contratar software da multinacional norte-americana para os próximos dois anos

Miguel Prado

Miguel Prado

Jornalista

A empresa pública SPMS - Serviços Partilhados do Ministério da Saúde teve "luz verde" para avançar com uma despesa de 10,7 milhões de euros, acrescidos de IVA, para a aquisição de novas licenças da Microsoft válidas por dois anos.

A autorização consta de uma portaria assinada a 15 de janeiro pelo secretário de Estado do Orçamento, João Leão, e pela secretária de Estado da Saúde, Rosa Matos Zorrinho, e publicada esta terça-feira em "Diário da República".

Com a portaria agora publicada a SPMS fica autorizada a dispender 7,7 milhões de euros já em 2018 e mais 3 milhões de euros em 2019, relativos à "aquisição de serviços de licenciamento de software e serviços conexos".

Na portaria o Governo esclarece que esta aprovação de despesa resulta de um trabalho de "avaliação das necessidades futuras de licenciamento Microsoft, realizando um levantamento exaustivo de todas as necessidades dos utilizadores do SNS [Serviço Nacional de Saúde] no âmbito de serviços necessários ao desempenho das suas funções".