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Amorim. Minuto de silêncio nas empresas do grupo

As empresas do universo Amorim fizeram uma paragem simbólica às 15 horas desta sexta-feira para os trabalhadores guardarem um minuto de silêncio

Um dia após a morte de Américo Amorim, a produção segue normal no universo industrial do empresário que na cortiça conta com 3600 trabalhadores em todo o mundo. Mas, esta tarde, pelas 15 horas, todas as fábricas portuguesas pararam. Um gesto simbólico para que os trabalhadores possam guardar um minuto de silêncio em memória do empresário.

"A vida não para, como ele costumava dizer dizer nestas ocasiões", refere um quadro do grupo. "O seu desejo seria, seguramente que a produção e a vida das empresas seguissem inalteradas", acrescenta.

O corpo de Américo Amorim está em câmara ardente na capela da quinta do mosteiro de Grijó, em Vila Nova de Gaia. que pertence à família desde 1989. A missa, amanhã, será no mosteiro, um dos locais que mais emocionavam o empresário.

Amorim tinha com o mosteiro uma relação "emocional muito forte". Conta-se que no dia do casamento, o casal Américo e Maria Fernanda terão passado junto à quinta e ele terá comentado para a esposa. "Um dia, este mosteiro ainda vai ser nosso". Trinta anos depois, em 1989, cumpria a promessa.